- 15:34. Tarde.
Segundo desabafo do dia.
Querido diário:
Eu tenho que confessar: eu ando tão sensível quanto à forma como as pessoas me tratam ou quanto ao que eu acho que estão pensando de mim, que, por causa disso, ontem eu passei uma baita vergonha.
A minha amiga Leia entrou no facebook ontem à tarde e eu fui toda afoita chama-la para uma conversa. Mas assim que enviei a minha saudação mais calorosa pela janelinha do bate papo, a Leia de repente e misteriosamente desapareceu. Confusa e terrivelmente sentida com o que aconteceu, fiquei sozinha imaginando o pior – que Leia por alguma razão não queria ser mais minha amiga e estava me evitando -, e daí, fiz uma das coisas mais impulsivas e idiotas, ao escrever um recado para ela dizendo que se não quisesse mais ser minha amiga que era pra dizer de uma vez.
Meia hora depois ela me ligou e esclareceu os ocorridos: disse que estava no trabalho no momento que a chamei, e estava muito ocupada por sinal. Ela costuma entrar no Facebook do seu serviço, porém não pega no papo pra não se atrapalhar. Falou que não me ignorou de propósito. Apenas não queria que sua chefa visse.
Imediatamente minha cara caiu e foi lá no chão. Senti uma vergonha como jamais tive. É claro que pedi desculpas à Leia depois, que é indiscutivelmente uma das minhas melhores amigas de Poços de Caldas. Ao rever as minhas razões de modo sincero e achando graça de tudo, Leia aceitou minhas desculpas.
Mas tarde, fiquei pensando em todo o infeliz mal ocorrido e percebi que mais uma vez fui vítima da minha própria impulsividade e mente egoísta, onde só especulei o pior ao invés de pensar se Leia não teria tido boas razões para não me responder naquele momento.
Com isso, ficaram aprendidas duas boas lições: a primeira é que preciso mesmo e urgente dar um jeito nessa minha carência chata e exagerada, que só afasta as pessoas de mim. E a segunda, é: que as coisas nem sempre são o que parecem ser. E quando a sua amiga lhe disser que não te atendeu porque estava ocupada, bom, ela estava ocupada mesmo.
Segundo desabafo do dia.
Querido diário:
Eu tenho que confessar: eu ando tão sensível quanto à forma como as pessoas me tratam ou quanto ao que eu acho que estão pensando de mim, que, por causa disso, ontem eu passei uma baita vergonha.
A minha amiga Leia entrou no facebook ontem à tarde e eu fui toda afoita chama-la para uma conversa. Mas assim que enviei a minha saudação mais calorosa pela janelinha do bate papo, a Leia de repente e misteriosamente desapareceu. Confusa e terrivelmente sentida com o que aconteceu, fiquei sozinha imaginando o pior – que Leia por alguma razão não queria ser mais minha amiga e estava me evitando -, e daí, fiz uma das coisas mais impulsivas e idiotas, ao escrever um recado para ela dizendo que se não quisesse mais ser minha amiga que era pra dizer de uma vez.
Meia hora depois ela me ligou e esclareceu os ocorridos: disse que estava no trabalho no momento que a chamei, e estava muito ocupada por sinal. Ela costuma entrar no Facebook do seu serviço, porém não pega no papo pra não se atrapalhar. Falou que não me ignorou de propósito. Apenas não queria que sua chefa visse.
Imediatamente minha cara caiu e foi lá no chão. Senti uma vergonha como jamais tive. É claro que pedi desculpas à Leia depois, que é indiscutivelmente uma das minhas melhores amigas de Poços de Caldas. Ao rever as minhas razões de modo sincero e achando graça de tudo, Leia aceitou minhas desculpas.
Mas tarde, fiquei pensando em todo o infeliz mal ocorrido e percebi que mais uma vez fui vítima da minha própria impulsividade e mente egoísta, onde só especulei o pior ao invés de pensar se Leia não teria tido boas razões para não me responder naquele momento.
Com isso, ficaram aprendidas duas boas lições: a primeira é que preciso mesmo e urgente dar um jeito nessa minha carência chata e exagerada, que só afasta as pessoas de mim. E a segunda, é: que as coisas nem sempre são o que parecem ser. E quando a sua amiga lhe disser que não te atendeu porque estava ocupada, bom, ela estava ocupada mesmo.

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