Domingo, 17 de Abril de 2011.
Estamos quase na metade de um ano em que prometi a mim mesma que seria bom. E pra ser sincera, ele ainda está um bocado difícil. Tudo porque o que achei que seria facíl ficou ainda pior. O que no princípio havia ficado doce, se tornou, foi amargo.
A sogra, que antes parecia finalmente ter entendido as coisas e em respeitar a nova vida do casal, se tornou abusiva, inconveniente e uma perfeita chantagista. Agora deu de jogar em nossa cara que a casa é emprestada, e não dada, e que temos de fazer as coisas como ela gosta. É mole?
E a cunhada, a "Peça", continua fazendo o que melhor sabe quando se trata de seus artifícios espalhafatosos: dando shows de vexame diante dos visinhos, com grios na rua e brigas horrorozas dentro de casa. E depois de quase se matar com a mãe, ainda vem nos trazer seus problemas, como se meu namorado e eu tivéssemos culpa dela ser uma desgraçada que se destróe e destróe os outros...
E além de tudo sou obrigada a aturá-la ligando aqui em casa, achando que é centro de recado entre ela e a mãe dela quando sai, e ainda reclama que, além deu não dar o recado, a chinguei de algum nome grosseiro que lhe caiu muito bem!
Eu mereço.....¬¬
Certamente esse não é o 2011 que planejei pra mim. E nem será. Reforço aqui a promessa de que esse ano será o decisivo:
Ou eu as destruo, ou elas me destróem.
E garanto que não será a segunda opição a acontecer.
Mas não é sobre isso que vim falar hoje. Aliás, tomei a sábia decisão de, pelo bem de meus nervos, e, de meu pobre diário que tanto estraguei falando delas duas, dar um tempo de falar nas mesmas.
Algumas pessoas me disseram que para esquecer os problemas, deve-se falar no futuro, ou simplesmente não falar neles.
E verdadeiramente um bom livro que estou a ler, chamado AS REGRAS DA VIDA, de Richard Templar, escritor de auto-ajuda, me reforçou isso ontem a noite.
De acordo com a regra trinta e seis, "Saiba quando desistir e seguir em frente", diz que afastar dos problemas me ajudará a vê-los sob uma perspectiva melhor.
Eu, como uma nova adepta aos livros de auto-ajuda, digo que irei fazer isso.
É claro que não significa que o problema se resolveu. Infelizmente, está longe disso.
Mas me ajudará a manter a mente saudável e os nervos mais descansados.
"Deixo também um beijo para meu irmão Luiz Gustavo lá de Bebedouro, São Paulo. Foi ele quem me deu a ideia primeiro de seguir a vida sem levar em conta aquelas duas, rsrs! À você, meu jogador de RPG preferido, Domo Arigato Gozaimashi! ;) ( Sim, isto é japonês ).
" Mariana Borelli escreveu. E é adepta a livros de auto-ajuda ".