Sábado, 12 de Maio de 2012.
Ao se tratar de meus presentes problemas na vida e de tudo o que aconteceu durante esse longo período em que não atualizei meu blog, tenho muito o que contar.
Vamos por partes e resumindo:
- Esse um ano que estive sem escrever não pareceu tão longo devido as coisas que por aqui aconteceram.
Em Maio de 2011, Henrique voltou a trabalhar na Uema. Tivemos dinheiro para comer e pagar as contas sem mais depender da bruxa da mãe dele. Bruxa que por sinal não assombrou mais nossa vida.
Não. Ela não morreu. Não ainda. Infelizmente.
Mas é que ela não faz mais parte das nossas coisas.
Vou explicar: é que em Agosto de 2011, faltando mais ou menos duas semanas para o aniversário do Henrique, discuti com minha sogra e a agredi. Sério.
Estava mais que farta de vê-la todos os dias sentada na porta de minha casa. Com raiva, lhe preparei uma armadilha caso minha conversa amigável com ela não funcionasse.
Pedi que não se sentasse mais lá, que não me acordasse a toa fora do meu horário. Mas me enfrentar com seu jeito imperiosa e arrogante enquanto eu estava de TPM foi o que ela não podia fazer. Simplesmente atirei em sua cara o enorme jarro d’ água que eu havia preparado para a tão esperada ocasião.
Atirei a água e depois o jarro, causando-lhe um corte do nariz a boca.
Eu gostei do que fiz, não vou esconder. E faria de novo se tivesse outro jarro. Mas o problema é que depois daquele dia não tive outra oportunidade. Ficamos sem a ajuda custo dela e sem jarro, rs.
Fazer o que, para tudo se tem um preço.
Alias, o presente que ganhamos ao não mais relacionarmos com aquela louca foi a amizade de toda a família. Os tios do Henrique são ótimos e nos ajudam bastante. Só é preciso eu ficar de olho no assanhadinho. Ele tem muitas primas e já tive que baixar a lei que amizade com elas está simplesmente fora de questão.
E não terminando as surpresas, em Dezembro do ainda 2011 arrumei uma amiga por aqui. Mas vocês ficariam surpresos em saber de quem se trata a pessoa. Ela é nada mais nada menos que uma ex amiga da Vitória, quem já muito ouviu falar mal de mim, me olhava estranho, ajudava a tosca me armar ciladas, mas que agora a odeia por ter sido traída por ela, vindo agora procurar minha amizade, onde hoje somos muito boas amigas. É mole?
Para vocês verem como a vida é engraçada e dá voltas. E como mais uma das coisas que eram daquela “peça” é minha agora.
Bem, em uma outra oportunidade volto para falar desse assunto, mas também queria falar que durante esses meses estive trabalhando em meu livro. Finalmente acho que sai esse meu projeto parado há um tempão.
“Meu conto de bruxas” se trata da minha experiencia passada aqui no Maranhão, quando viajei depois de sair de casa para conhecer o Henrique. Tudo o que passei e tenho escrito no diário até então compõem o material de inspiração, só que com mais detalhes e meu inconfundível toque de escritora ;)
A finalidade é ajudar todas as meninas que namoram hoje alguém pelo virtual e planejam fazer o mesmo que eu: uma burrice.
Digo… Arrumar as malas e ir as cegas atrás de uma pessoa que mal conhecem.
Riscos existem e preciso alertar. Sinto que minha experiencia poderá ajudar e muito as avoadinhas desinformadas e apaixonadas por príncipes da internet, rsrs.
Já estou no final. Faltam ainda alguns retoques para dar aquela arrematada e poder dizer finalmente, ao suspirar:
“Em fim, pronto”. :)
Rsrs.
Mas….
- Bem, tudo estaria bem e tranquilo se nós não tivéssemos iniciado 2012 pobres de novo. Henrique teve seu frágil contrato com a Uema quebrado de novo, e mais uma vez nós dois passamos até fome.
Sério. Tinha dias em que, se não era apenas arroz, o prato do dia era absolutamente nada.
É gente, juntos na riqueza e na pobreza. =/
Mas aí aconteceu: Já fazia 9 meses que a Lidiana Vasconcelos, mãe do Henrique, não se relacionava mais com a gente. Por todo o tempo ele recusara qualquer tentativa de aproximação da mãe, assim como de forma silenciosa eu trabalhava para que tudo continuasse como estava, os mantendo separados. Mas não pude segurar por muito tempo. Tudo aconteceu muito rápido. Ela correu atrás e deu seu jeito para que ele fosse readimitido na Uema, e quando tudo estava certo, usou da desculpa para reaproximar.
Para ele, que a certa altura já tinha confessado sentir falta da megera, foi uma coisa boa. Mas para mim, já não. E devo admitir que esta é uma questão que me gera muito desconforto e insegurança.
Só que dessa vez alguma coisa estava diferente. Algo não estava no seu normal.
Por mais que eu detestasse admitir e por mais incrível que fosse, a sogra estava sendo amistosa e relativamente cuidadosa para não provocar nada que fosse nos afastar outra vez, fazendo de tudo para agradar.
E eu sem saber o que dizer, não conseguia pensar em nada para afastá-la. A via tentando entrar em nossa vida, e eu me via sem ter como evitar.
Como em casa nos faltava as coisas por Henrique estar desempregado, minha sogra queria supri-las de modo dedicado, dando ao filho e a mim tudo de que precisávamos. E essa era a brecha que precisava. E quando me dei conta, ela já havia conseguido o que queria: uma oportunidade para nos reconquistar.
O engraçado é que tudo voltou ao normal sem ao menos ser tocado em assunto os ocorridos de nove meses atrás. Eu tinha vontade de fazer perguntas. Queria ouvir de sua boca se o arrependimento era a razão de estar tão mudada e me tolerando tão bem.
Estava demasiada diferente e agia de maneira estranha com uma dedicação fora do seu normal, respeitando finalmente o nosso espaço, nossas vontades e nos cobrindo de presentes.
Pelo menos em nossa frente estava sendo uma outra Lidiana, oposta a tirana grosseira que até meses atrás lutava e relutava contra nossa relação. E só foi contida quando atacada pela fúria da nora e sua jarra voadora.
Mas como a conhecíamos e podia não ser sincero seu arrependimento, a medida que tomamos como prevenção foi a de ser cautelosos. Henrique sabia que voltar a se relacionar com a própria mãe significava se expor a muitas das manias doentias que tinha e prejudicava as pessoas, que iam além de qualquer atitude boa que pudesse ter. Mas por incrível que podia ser ela estava sendo boa.
Bem, é assim que temos vivido nossos dias de hoje: com o stress redizido em pelos menos 85% e com o aparente prazer de ter uma sogra finalmente boa.
Mas isso não quer dizer que dispensamos os cuidados. Estar alerta nunca é demais, principalmente com uma pessoa como ela, totalmente im-pre-vi-sí-vel.
Bem, taí tudo de forma bem resumida e clara os principais e últimos ocorridos dos meses atrás.
Espero não ter matado de preocupação e curiosidade meus amigos fiéis leitores e seguidores da minha vida, rsrs.
Meus queridos, agora tenho mais que certeza que poderei os manter mais que informados e atualizados com as lorotas que escrevo, agora com internet em casa. :)
E quanto a cunhada….
Bem, essa realmente nunca mudou e nem vai.
Porque acho e sinto que a diferença que nos separa é muito mais que pessoal.
Tenham uma boa noite.