terça-feira, 29 de maio de 2012

Para Dianne =)

Terça-feira, 29 de Maio de 2012.


O inevitável chegou: Nos tornamos adultas!
Se antes falávamos de bonecas, casinhas e sonhos, hoje, falamos de homens, de moda e sexo.

Em fim crescemos!

Depois de passar por essa incrível jornada da vida, pela transição menina-mulher, nada mais é tão assustador como antes, nada mais é tão solitário, porque tenho você ao meu lado.

Ontem partilhamos o nosso quarto rosa cheio dos belos doces da infancia.
Hoje partilhamos a distancia assuntos de nossas vidas de adulta, além das lembranças daquela época.

É estranho ver que estamos ficando velhas. É estranho ver que hoje nossos papos são tão maduros e trocamos conselhos de vida.
Foi muito bom crescer, irmazinha, mas foi melhor ainda fazer isso ao seu lado!

Uma sincera homenagem para minha amada irmã Dianne, que ficou lá em Minas Gerais junto com a melhor parte da minha vida!

Te amo, para todo o sempre!    


" Irmãs unidas, jamais serão vencidas. ".

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Ele, eu e nossos conflitos.

Segunda-feira, 28 de Maio de 2012.


Há poucos dias desabafei com uma amiga na internet sobre os meus problemas com Henrique. Coisa que nunca fiz…
Porque até então estava acostumanda a falar sobre um garoto aparentemente perfeito, do jeito que ninguém jamais seria. Único, maduro, que me enchia de orgulho e do qual sentia muita sorte de tê-lo. Eu o idolatrava.

Agora, vejo como tudo não é mais assim.

Henrique e eu realizamos um sonho. No dia 9 de Dezembro de 2009 finalmente nos encontramos, depois de dois anos de namoro via internet, estando um a mais de dois mil quilômetros de distancia do outro.
Mas a falta de preparo, de planejamento e maturidade mudou muito as coisas entre nós, deixando coisas a desejar, decepção e causando desintendimentos.
De repente a história com o príncipe perfeito, acabou.

Desde minha chegada em Timon, Henrique errou sempre e MUITO comigo. Começou não tomando atitudes diante do que a familia dele fazia comigo. Depois passou para sua mania de pornografia que beirava a compulsão doentia. Depois foram mentiras, brigas, e falta de consideração. Agora é esse computador que passa a frente do plano de casamento e filhos, os video-games e uma meninisse que insiste em dar caras no lugar do homem de 23 anos.
Os problemas causados pela mãe e a desgraça da irmã dele passaram, mas agora só vivemos as cicatrizes por estas deixadas, além do que tenho que aturar dele.

Contei para a Patricya que acho que Henrique não me aproveita bem como mulher. Não falo apenas em valorizar meu trabalho dentro de casa. Falo como esposa mesmo, como mulher me referindo ao meu corpo, a minha aparencia, como a sua fêmea na hora do sexo, do jogo de amor entre os corpos na troca de carícias e nos beijos.
Sinto que nesse sentido ele não me aproveita, e com isso minha auto estima baixa.

Também tem o fato de as vezes parecermo dois irmãos, não namorados. Quando eu estava em minha casa, em Minas, ele me elogiava, me cantava, contava que não via a hora para ter-me ao seu lado, pois me achava muito gostosa e queria me aproveitar como mulher. Me enchia de tesão ficar ouvindo as bobagens que dizia. Agora que estou aqui, nem parece que estou.  =/
Só sabe se demonstrar pocessivo quando tem outro, quando existe a ameaça de me perder para outro homem, um de verdade. Briga, chinga, quer ter razão. Chega a rosnar. Mas a verdade é que sabe que estou certa.

A Patricya me ajudou a chegar a inúmeras conclusões sobre o comportamento dele. Mas a verdade é que queria que me valorizasse mais, é algo que faz muito pouco, e ainda quer que eu fique ao lado dele, que o ame, seja fiel, mas não retribue, não faz por merecer, não me faz mulher, e sinto necessidade de carinho, de ser beijada, amada com romantismo, jogada na cama para fazer amor devagar e intensamente…
Não sei a que se deve tudo. Já cheguei a pensar em ipotencia, em medo de lhe dar com mulher, mas o triste é parar para pensar e descobrir que já tenho uma resposta, que sei que parte do problema dele é o fato de ter sido viciado em filmes pornograficos.
É vergonhoso dizer, mas Henrique foi, a infancia e adolescencia todinha. E por isso não sabe, até hoje, como tratar uma mulher. Viu aquilo a vida toda. Sua base e noção de como se portar foi só aquela selvageria, aquele comportamento imundo e egoísta dos filmes pornos, da mulher posta como objeto nas mãos do homem louco de desejo e nada preocupado com a companheira.
Eu sempre reclamo para ele que, quando me procura para o sexo, me trata como uma atriz porno, totalmente insensível com meus sentimentos, buscando unicamente o seu prazer, ao me ensopar de porra e depois cair para o lado, sem se importar comigo, com o que senti ou deixei de sentir. Não sabe ser romantico, carinhoso, cortejar, se declarar… nada.
Acha que me dar bens materiais é o suficiente.

A solução que pensei? Terapia de casal. Não sei que resolveria alguma coisa, mas talvez seja essa a última chance que daria para ele, para nós. Porque estou planejando outras coisas para mim. Eu é que não vou levar esse tormento para o resto de minha vida. Preciso ser amada, valorizada. Preciso de um homem que enchergue meus valores sentimentais e físicos. Não sou uma boneca inflável.  =/

Estou cheia do Henrique. Cada vez mais cheia. Sem perceber ele está travando o seu destino.
E quando ele menos esperar, estarei buscando carinho nos braços de outro.


“Eu cuido, corro atraz, peço desculpas, me importo, me
preocupo, mas quando eu desisto...
Pode crer, meu desapego é pra sempre!!!”
 

Família dos outros não é nossa família.

Segunda-feira, 28 de Maio de 2012.


Por motivos pouco importantes, Nathannya veio aqui em casa hoje de manhã. Algo que nunca acontece. Ela é uma espécie de prima de segundo grau do Henrique, porque é filha de um primo dele, e esse primo é filho de uma das tias, irmã da minha sogra.

A conheço pouco para falar algo a seu respeito. Nathannya tem por volta dos vinte e poucos anos de idade, reservada, tímida e é muito família e comportada, por se tratar de uma frequentante fervorosa da sua igreja, não como as vagabundinhas dadas que vemos por aí.

Quando conheci a Nathannya, por termos a idade relativamente igual, nos identificamos e começamos uma amizade. Ou melhor, tentamos. Trocamos ideias, segredos, gostos e descobri logo que ela não tem nada haver comigo, assim como acho que percebeu o mesmo.
Ainda assim não deixamos de tentar nos entender e chegou o dia em que, por mútua vontade, passamos a nos denomimar primas.
Quando ela disse que partilharíamos tal nível de carinho e cumplicidade, eu logo imaginei que sairíamos juntas, que nos trancaríamos num quarto como adolescentes a jogar conversas fora. Ou que faríamos uma dúzia de coisas como irmãs, e que minha companhia seria por ela tão requisitada quanto é de seus colegas.
E isso tudo dentro de um agradável clima de descontração.

Essa havia sido a coisa que mais tinha me deixado feliz desde que cheguei em Timon.
Mas não é bem assim que saiu as coisas.

Nathannya e eu conversamos, nos tratamos bem e somos amigas. Mas não chega a tal intimidade que imaginava.

Vai ver ela tenha algumas ideias erradas de mim. Ou seja culpa do fato de não passarmos tempo suficiente para construir afinidades. Ou talvez seja relativamente difícil adotar do nada uma nova prima, uma pessoa que nunca foi de sua família, e partilhar com ela uma descontração que só surge entre os seus, entre pessoas que confiamos e convivemos há anos, seja algo impossível!

Eu já devia imaginar…

Sabe a lição importante que tiro disso tudo?
Ia ser legal se acontecesse, mas a família dos outros não é nossa família.


sábado, 26 de maio de 2012

A primeira vez que a invejei.

Sábado, 26 de Maio, de 2012.

Hoje estou meia chateada…

Já aconteceu de você ficar revoltada por ver alguém conseguir tão fácil algo que é de seu desejo pessoal?
E já ficou mais revoltada ainda por esse alguém se tratar de…um inimigo seu? Ou melhor: uma inimiga? Alguém que você não gosta e sabe que por suas ações não mereçe conquista alguma?

Pois é. Pode parecer bobeira, sentimentos de criança, mas é assim que me sinto. E quero desabafar.

Todo mundo está cansado de saber que o meu santo não bate com o da minha cunhada de jeito nenhum. Uma não suporta a outra, se provocam, não se gostam, se odeiam e sai alfinetadas doloridas só de olhar, se oportunar um encontro.
Muita intriga e diferenças que não tem fim.

Pois bem. Eu sei o quanto ela sempre me invejou. E detesta ver que sou o que ela sempre quis ser e não consegue, porque somos muito diferentes e não a compete.
Eu,  ao contrário, nunca precisei sentir o mesmo por ela. Mesmo porque, nunca teve nada de especial que eu quizesse. Exceto as vezes que me senti tentada em querer provar a liberdade rebelde que a levava fugir para os mais loucos lugares com homens desconhecidos, rs.

Fora isso, nunca houve nada.

Mas hoje houve uma coisa. Hoje eu senti uma ponta de inveja.
Desde criança, o sonho de ter os cabelos compridos para não apenas parecer menina, mas para sentir-me feminina, sempre me pareceu inaucansável. Cuida daqui, alisa dali, tônicos capilares para crescimento acolá… E por ter os cabelos bem crespos e frágeis, nunca passaram do meio das minhas costas.
Mas hoje fiquei triste. Pois ainda vivendo na luta, e com ele um pouco mais a altura dos seios, me vi boquiaberta diante de uma fotografia da desgraçada cunhada com os cabelos hiper lisos e mega compridos.
Apesar dela ter uma cara que mata, traços masculinos, expressão emburrada, olhar cerrado, nariz grotesco e boca torta, os cabelos estavam bastante bonitos e pela cintura. Exatamente do jeito que eu queria ter.

O fato mais difícil de lhe dar, além da pequena inveja me mordendo a orelha, é saber que minha sogra Lidiana pagara um tratamento caríssimo para os cabelos da sequelada ficarem assim.
A indignação é também pelo fato dela não mereçer. Vocês deviam ver o modo com que ela trata a mãe ou a ameaça. Mas mais que isso, é duro ver alguém que você não gosta, detesta, queria ver morrer, desfilar por aí com algo que, sem saber, era do seu desejo. Do MEU desejo.

Sei que um dia meus cabelos irão crescer e estarão tão compridos quanto quero. Mas é difícil esperar. Queria que fosse logo.
Tenho em consciência que um dos fatos de minha cunhada nunca ter me suportado é porque sempre me invejou.
Mas eu, sempre auto-suficiente e satisfeita com a minha aparencia, e que NUNCA precisou invejá-la também, tive hoje, a minha primeira vez.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

- Reflexão.

Sexta-feira, 25 de Maio de 2012.


Eu não gosto muito da minha vida. Mesmo levando-a pacata, tranquila e cômoda.
Com um pouco de dificuldade, tenho tudo o que quero. As tarefas de casa são simples e a rotina nada pesada. Tenho ao meu lado um homem disposto a me dar tudo, se, em troca, amá-lo com sinceridade. E os problemas com a sogra, antes tão tortuantes, agora não pesam mais.

Ainda estou tentando me reerguer. O tombo de ter sido jogada fora de minha casa no auge da juventude, sem saber de nada da vida e sem base, me causou desnorteio e ainda impede que eu leve uma vida saudável. Justo por isso, até hoje nunca consegui aceitar nada, nem as condições em que me encontro.

Toda vez que penso em minha casa e na vida antiga que tinha, experimento uma mistura de emoções contrastantes. Algo que desnosteia, e faz com que nem mesmo me reconheça.

- Inveja, ressentimento, afeto, saudades.
Uma saudade funda e profunda da minha casa, daquela menina solitária cuja a vida despreocupada se foi. E medo, além de um alívio estranho.

As vezes observo tudo isso de longe, ao espiar os perfis dos meus irmãos e minha mãe pela internet.
Há uma estranha mistura de prazer e sofrimento na observação de alguém que se ama e que ignora a nossa presença.
De repente tudo o que vejo ali me parece tão desconhecido e tão distante. E eles, meros estranhos.
É triste e traumático não reconhecer mais a própria família.

Quem me proporcionou uma salvação foi o Henrique, que me deu um rumo, além de uma casa, comida, proteção, e uma proposta de casamento, filhos, uma família.  A nossa família. A minha.
Mas não sei porque, só me dá um vazio quando penso nessas coisas. Ou que talvez não seja bem isso o que quero.

Na verdade, sinto que ainda falta-me algo.
Algo distante, algo desconhecido, algo que parece inalcansável.
Mas é o “algo” que falta para eu finalmente ser feliz.


terça-feira, 22 de maio de 2012

Meu irmão Peterson =)

Terça-feira, 22 de Maio de 2012.
 
Foi bom ter podido conversar um pouco com meu irmão, fazia tempo que não trocávamos palavras.
Ele, famoso por apenas prosear em sílabas, se saiu um bom respondedor de minhas perguntas além de contar fatos.
Isso me serviu para tirar as más impressões de ontem.
Que de tão magoada ao cultivar certos pensamentos na cabeça, com relação ao assunto, havia decidido me suicidar…
Estava com saudades…

Peterson e eu sempre tivemos boa relação. Durante nossa infância isso surgiu por compartilharmos os mesmos gostos e interesse pelos vídeo-games. Foi assim por muitos anos durante nosso crescimento.
Quando fiquei doente de depressão, ele simplesmente parou de conversar comigo. Foi mais ou menos na mesma época em que comecei a namorar virtualmente com Henrique. Fiquei encabulada com a mudança dele. Daí eu nunca soube se era porque tinha raiva por me ver chorar sem um motivo aparente, ou porque tinha ciúme do Henrique…

Saí de Minas Gerais após uma terrível briga familiar. Meu irmão naquela noite  me bateu, e nunca mais nos vimos. Hoje, quase três anos depois de tudo estou tendo o prazer de conversar com ele de novo, mesmo que pela internet, um tão longe do outro.
As farpas? Pedidos de desculpas? Satisfações?
Bem, não sei se seria a hora ou conveniente.
Ele nunca foi bom para conversas sentimentais, mas queria que soubesse que, apesar do que aconteceu ainda somos irmãos. E que, iria gostar que ainda me considerasse assim.
Também iria querer que ele entendesse que naquela época, eu estava doente. E como ser humano, eu merecia perdão, assim como já tive que o perdoar por tantas coisas, e por tantos brinquedos quebrados, rsrs.

Peterson, te amo!! Espero que um dia tenha consciência disso. Estou com saudades!  

É bom saber que tenho um irmão.
Não sei… Começei a realmente prestar atenção nisso depois que vi minha cunhada Ana Vitória Vasconcelos Azevedo perder o dela.
Não por morte. Ela brincou demais com os sentimentos dele. O enganou, traiu e pisou.
Agora ele não quer mais falar com ela. Nem mais a considera sua irmã.
Quer pesadelo pior na vida da gente?....






segunda-feira, 21 de maio de 2012

Meu mundo não é mais o mesmo.

 Segunda-feira, 21 de Maio de 2012.

 Tenho saudades da criança que acreditava que o mudo era lindo.
Aquela a quem tudo corria bem, que não tinha nada a esconder e que não se
importava com o que os outros pensavam.

Saudades da adolescente que vivia na perfeita solidão.
A que acreditava que um dia ia encontrar o "homem perfeito".´

E se tivesse sido de outra forma?
Eu podia ter crescido a saber que o mundo era mau, mas ninguém me avisou!
Da mesma forma que ninguém me disse que quando crescemos já não podemos viver de sonhar ou cantar na rua...
Nos filmes ninguém os acha loucos por cantar e dançar na rua.

Depois vejo-me rodeada de pensamentos melancólicos.
Estou triste,
Meu mundo não é mais o mesmo.


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Amor que vence tudo.

Quinta-feira, 17 de Maio de 2012.

Hoje parei para pensar porquê que tudo está mal!?
Porquê que eu estou mal?

Porquê que tu estás mal?
Ou porquê que nós estamos mal?

Porquê que tudo está mal?

Cheguei a conclusão de que tudo ficará bem...
Quando deixarmos de sofrer com erros dos outros.

Erros que ainda persistem em nos derrubar criando conflitos entre nós.
Erros que impedem feridas de cicatrizar.

Quem eram mesmo as pessoas que ainda persistem em nos separar?

Não são as mesmas que vivem totalmente insatisfeitas consigo mesmas, loucas,
odiosas, sempre infelizes e invejando o que é dos outros?
E que hoje são odiosas da própria família?

Se elas valem tão pouco assim, então, para quê dar tanta importancia,
sacrificando aquilo que nos é tão especial?

O nosso carinho. O nosso amor...


Então, cheguei a conclusão de que tudo ficará bem...
Quando deixarmos de sofrer com erros dos outros. Quando deixarmos de sofrer
pelos erros "delas"....
Nossas crises nada mais são que frutos da má sorte que tivemos de tê-las por
perto e da impotência diante dos conflitos que nos criaram.

Agora nos restam as consequencias. Tempos de luta para não deixar se tragar pela tensão e rancor o pouquinho que sobreviveu de um amor antes tão forte e
intocável.

É como o meu querido mesmo diz: Com nosso amor podemos vencer isso juntos.

Ele que já venceu preconceitos;
Já venceu barreiras;
já venceu o tempo e até a distancia;

Agora só resta vencer esta crise,
para sermos felizes.


Quando tudo estiver calmo, quando não mais existir qualquer vestígio do que

passou,
e quando não houver mentiras,


Tudo ficará bem  =)


















Dúvidas e incertezas.

 Quinta-feira, 17 de Maio de 2012

As vezes há tantos conflitos, tantas farpas, tantos mal entendidos.....
Tristeza, dor, sentimentos de revolta e lágrimas...
Raiva......

Seria essa a solução?

































Dos problemas ou do que é certo? 
E depois, o que fazer com o vazio?



















Fica a dúvida. Mas de uma coisa eu sei: Eu nunca vou achar outra coisa parecida...
E as vezes acho que ser sozinha pode ser ainda pior.

Então...





















E tais conflitos, esses meros episódios sem importancia em nossas vidas, bem, o amor verdadeiro vence todos eles.  :)

terça-feira, 15 de maio de 2012

Presente vazio.

 Terça-feira, 15 de Maio de 2012.

 O tempo passa cada vez mais devagar...
Os minutos parecem horas, as horas parecem dias, os dias parecem eternos!

E a minha vida torna-se num daqueles livros de 272 paginas sem historia...

Aqueles livros que nunca ninguém consegue acabar de ler.

O passado... esse foi devorado como um livro de 734 paginas de suspense!

Mas agora acabou,

E o presente é vazio.

Vazio como aquela garrafa de champanhe no fim da noite...

Só ficaram as pegadas!











segunda-feira, 14 de maio de 2012

Ausencia.

Segunda-feira, 14 de Maio de 2012.

Ah.. a ausência...
Mas presente na minha vida do que as pessoas...





































































Quando algo nos falta...

Segunda-feira, 14 de Maio de 2012
 
Quando não sabemos o que nos falta, quando só sabemos que nos falta algo... Onde devemos procurar?
No coração? Mas eu nunca entendi o que o meu quer...
Só sei que,
Há coisas que fazem falta.





 











Como passar a tarde numa varanda de pedra, com a cabeça recostada sobre meus braços, a falar de tudo o que me vier ao pensamento!
Podem ser histórias de encantar, com fadas, princesas ou castelos.
Mas também podem ser historias com finais que não foram os que eu queria.

Depois se continuar a faltar alguma coisa será com certeza uma dança com um desconhecido sob o céu estrelado ou um beijo á beira mar apaixonado.

E se os ventos de norte ansiosos por mais uma mudança me pedirem que sigas...
me disserem que nada está bem!
Eu? Será tempo de mudar? Tempo de partir?

Afinal, nada está como devia...



domingo, 13 de maio de 2012

Nada melhor que música

 Domingo, 13 de Maio de 2012

- Nada melhor que música..














Duvido que o ser humano consiga inventar algo melhor..
Porque não existe nada mais gracioso, mais tranquilizante, mais inspirador do que uma música.
- não uma qualquer - deve ser A música, a sua música - aquela que te faz sentir o que você quer realmente sentir.
dependendo do momento, circunstancia, estado de espírito..
ela é que se faz companheira, uma quase-melhor-amiga- e com ela você descobre qualquer coisa, pois ela deixa sua mente coar..

- apenas livre, nada mais - :)
Por isso, nada melhor que música, a sua música :)























sábado, 12 de maio de 2012

E um ano depois....

Sábado, 12 de Maio de 2012. 

Ao se tratar de meus presentes problemas na vida e de tudo o que aconteceu durante esse longo período em que não atualizei meu blog, tenho muito o que contar.
Vamos por partes e resumindo:

- Esse um ano que estive sem escrever não pareceu tão longo devido as coisas que por aqui aconteceram.

Em Maio de 2011, Henrique voltou a trabalhar na Uema. Tivemos dinheiro para comer e pagar as contas sem mais depender da bruxa da mãe dele. Bruxa que por sinal não assombrou mais nossa vida.
Não. Ela não morreu. Não ainda. Infelizmente.
Mas é que ela não faz mais parte das nossas coisas.
Vou explicar: é que em Agosto de 2011, faltando mais ou menos duas semanas para o aniversário do Henrique, discuti com minha sogra e a agredi. Sério.
Estava mais que farta de vê-la todos os dias sentada na porta de minha casa. Com raiva, lhe preparei uma armadilha caso minha conversa amigável com ela não funcionasse.
Pedi que não se sentasse mais lá, que não me acordasse a toa fora do meu horário. Mas me enfrentar com seu jeito imperiosa e arrogante enquanto eu estava de TPM foi o que ela não podia fazer. Simplesmente atirei em sua cara o enorme jarro d’ água que eu havia preparado para a tão esperada ocasião.
Atirei a água e depois o jarro, causando-lhe um corte do nariz a boca.
Eu gostei do que fiz, não vou esconder. E faria de novo se tivesse outro jarro. Mas o problema é que depois daquele dia não tive outra oportunidade. Ficamos sem a ajuda custo dela e sem jarro, rs.
Fazer o que, para tudo se tem um preço.

Alias, o presente que ganhamos ao não mais relacionarmos com aquela louca foi a amizade de toda a família. Os tios do Henrique são ótimos e nos ajudam bastante. Só é preciso eu ficar de olho no assanhadinho. Ele tem muitas primas e já tive que baixar a lei que amizade com elas está simplesmente fora de questão.

E não terminando as surpresas, em Dezembro do ainda 2011 arrumei uma amiga por aqui. Mas vocês ficariam surpresos em saber de quem se trata a pessoa. Ela é nada mais nada menos que uma ex amiga da Vitória, quem já muito ouviu falar mal de mim, me olhava estranho, ajudava a tosca me armar ciladas, mas que agora a odeia por ter sido traída por ela, vindo agora procurar minha amizade, onde hoje somos muito boas amigas. É mole?
Para vocês verem como a vida é engraçada e dá voltas. E como mais uma das coisas que eram daquela “peça” é minha agora.
Bem, em uma outra oportunidade volto para falar desse assunto, mas também queria falar que durante esses meses estive trabalhando em meu livro. Finalmente acho que sai esse meu projeto parado há um tempão.
“Meu conto de bruxas” se trata da minha experiencia passada aqui no Maranhão, quando viajei depois de sair de casa para conhecer o Henrique. Tudo o que passei e tenho escrito no diário até então compõem o material de inspiração, só que com mais detalhes e meu inconfundível toque de escritora ;)
A finalidade é ajudar todas as meninas que namoram hoje alguém pelo virtual e planejam fazer o mesmo que eu: uma burrice.
Digo… Arrumar as malas e ir as cegas atrás de uma pessoa que mal conhecem.
Riscos existem e preciso alertar. Sinto que minha experiencia poderá ajudar e muito as avoadinhas desinformadas e apaixonadas por príncipes da internet, rsrs.
Já estou no final. Faltam ainda alguns retoques para dar aquela arrematada e poder dizer finalmente, ao suspirar:
“Em fim, pronto”. :)
Rsrs.


Mas….

- Bem, tudo estaria bem e tranquilo se nós não tivéssemos iniciado 2012 pobres de novo. Henrique teve seu frágil contrato com a Uema quebrado de novo, e mais uma vez nós dois passamos até fome.
Sério. Tinha dias em que, se não era apenas arroz, o prato do dia era absolutamente nada.
É gente, juntos na riqueza e na pobreza.   =/

Mas aí aconteceu: Já fazia 9 meses que a Lidiana Vasconcelos, mãe do Henrique, não se relacionava mais com a gente. Por todo o tempo ele recusara qualquer tentativa de aproximação da mãe, assim como de forma silenciosa eu trabalhava para que tudo continuasse como estava, os mantendo separados. Mas não pude segurar por muito tempo. Tudo aconteceu muito rápido. Ela correu atrás e deu seu jeito para que ele fosse readimitido na Uema, e quando tudo estava certo, usou da desculpa para reaproximar.
Para ele, que a certa altura já tinha confessado sentir falta da megera, foi uma coisa boa. Mas para mim, já não. E devo admitir que esta é uma questão que me gera muito desconforto e insegurança.

Só que dessa vez alguma coisa estava diferente. Algo não estava no seu normal.
Por mais que eu detestasse admitir e por mais incrível que fosse, a sogra estava sendo amistosa e relativamente cuidadosa para não provocar nada que fosse nos afastar outra vez, fazendo de tudo para agradar.
E eu sem saber o que dizer, não conseguia pensar em nada para afastá-la. A via tentando entrar em nossa vida, e eu me via sem ter como evitar.
Como em casa nos faltava as coisas por Henrique estar desempregado, minha sogra queria supri-las de modo dedicado, dando ao filho e a mim tudo de que precisávamos. E essa era a brecha que precisava. E quando me dei conta, ela já havia conseguido o que queria: uma oportunidade para nos reconquistar.

O engraçado é que tudo voltou ao normal sem ao menos ser tocado em assunto os ocorridos de nove meses atrás. Eu tinha vontade de fazer perguntas. Queria ouvir de sua boca se o arrependimento era a razão de estar tão mudada e me tolerando tão bem.
Estava demasiada diferente e agia de maneira estranha com uma dedicação fora do seu normal, respeitando finalmente o nosso espaço, nossas vontades e nos cobrindo de presentes.
Pelo menos em nossa frente estava sendo uma outra Lidiana, oposta a tirana grosseira que até meses atrás lutava e relutava contra nossa relação. E só foi contida quando atacada pela fúria da nora e sua jarra voadora.
Mas como a conhecíamos e podia não ser sincero seu arrependimento, a medida que tomamos como prevenção foi a de ser cautelosos. Henrique sabia que voltar a se relacionar com a própria mãe significava se expor a muitas das manias doentias que tinha e prejudicava as pessoas, que iam além de qualquer atitude boa que pudesse ter. Mas por incrível que podia ser ela estava sendo boa.

Bem, é assim que temos vivido nossos dias de hoje: com o stress redizido em pelos menos 85% e com o aparente prazer de ter uma sogra finalmente boa.
Mas isso não quer dizer que dispensamos os cuidados. Estar alerta nunca é demais, principalmente com uma pessoa como ela, totalmente im-pre-vi-sí-vel.

Bem, taí tudo de forma bem resumida e clara os principais e últimos ocorridos dos meses atrás.
Espero não ter matado de preocupação e curiosidade meus amigos fiéis leitores e seguidores da minha vida, rsrs.
Meus queridos, agora tenho mais que certeza que poderei os manter mais que informados e atualizados com as lorotas que escrevo, agora com internet em casa. :)

E quanto a cunhada….
Bem, essa realmente nunca mudou e nem vai.
Porque acho e sinto que a diferença que nos separa é muito mais que pessoal.

Tenham uma boa noite.

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