quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A cigarra e a formiga.

Quinta-feira, 30 de Agosto de 2012.


O fim está próximo. De alguma maneira eu posso sentir essa certeza.
As coisas como estão hoje, me provocando esses sentimentos desagradaveis, a mesmisse, as limitações, a raiva que tenho da minha cunhada, o desgosto por todo dia tê-la morando perto, tudo.
Tudo está caminhando para uma nova era onde todas essas coisas apenas me serão lembranças tão distantes, quanto banais. Nada irá me afetar e estarei rindo de tudo isso.

Por isso mesmo nem perco mais meu preciso tempo e nervos ostentando palavras de ódio e desabafando tudo o que penso daquela fulana que tanto detesto. Por isso mesmo nem ligo.
Porque a nação brasileira já sabe.
Assim como eu sei que ela é mais uma feiosa tentando parecer gente.
Que é uma insuportável onde até a mãe conta os dias para ela casar com o namorado e sair de casa.
Assim como sei que ela irá pagar à mim cada coisa que fez e hoje tenta esconder.
Assim como já prevejo que meu livro irá fazer um pouco de barulho na sua vida.
Assim como já sei o fim que ela vai levar.

E se ela soubesse da coisa que a espera, não estaria tão tranquila, tão descansada, rindo e vivendo, desfrutando de regalias apenas esperando o dia de amanhã.
Isso me faz lembrar uma historinha… Um daqueles contos de criança que crescemos ouvindo: O conto da cigarra e a formiga.
E será que todo mundo se lembra que fim a cigarra teve? Tanto zombou ela de ver as formiguinhas trabalharem no verão enquanto ela cantava e dançava, que no fim morreu com fome e congelada, durante o inverno.

Eu posso ser a formiguinha que hoje trabalha para manter minha casa e abre mão de luxos, enquanto que minha cunhada, a cigarra, canta e dança nessa vida mediocre e vazia que tem.
Mas amanha eu desfrutarei do melhor que o dinheiro e o conforto podem me proporcionar. Enquanto que ela vai ter que se preocupar em onde é que vai morar.

E todo dia, quando levo essa questão sobre minha cunhada diante de Deus, Ele me dá sempre a certeza de que, pelo o que ela fez a mim e ao Henrique, por tudo o que inventou para nos separar, pelas mentiras, por invenenar minha sogra contra a gente, e por todas as coisas que a Bruna me contou que ela tramou, a cunhada pagará por cada centavo. E caro.


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Feia arrumadinha.

Quinta-feira, 23 de Agosto de 2012.

Ontem, enquanto voltava com Henrique, tive o horroroso desprazer de ver minha cunhada passando com o namorado em frente minha casa. Notei o vetido estranho que usava. Devia ser a tal roupa que a minha sogra dissera que quase apanhou se não a comprasse atendendo a exigência da filha folgada.
E o pior que é ela ainda paga caro por coisas horrorosas. Acho que ela não sabe escolher ou ter estilo.
O vestido florido de ontem - ou sei lá que diabo tinha desenhado nele – com um casaquinho cafona, a deixou parecendo essas senhoras de 55 anos. Ela acha que está arrasando. Mas mal percebe que aos olhos fica muito estranho.
Minha cunhada nunca teve bom gosto. Isso noto desde o tempo que só a via pelas fotos que postava na internet no tempo que eu ainda morava em Minas. Sempre fora simples, relachadinha. Com cara de judiada. E mesmo hoje, depois de alguns anos, mesmo quando pega emprestado de primas e amigas roupas realmente bonitas, nela, fica tudo estranho. Dando na cara que aquilo não a pertence.

Por ela ter o sério problema de copiar tudo o que vê em todo mundo, desde que eu a conheço, (inclusive eu vivia sendo xerocada por ela), penso que nem ela mesma sabe qual é o seu estilo.
E sem maldade, mas, na pura sinceridade, a máxima impressão que consegue passar com a produção com que se arruma, é a de ser “bonitinha”.

“Bonitinha” é o que a sociedade chama de garota feia arrumadinha. Tão arrumadinha que enganosamente se passa por bonita, dá-se a ilusão de ser bonita, mas não é. É a produção do look.
Garotas assim são aquelas que não tem nem o rosto e o corpo atraentes, mas caprixam nos cabelos, colocam roupinha até aceitável e maquiagenzinha básica para disfarçar o rostinho sem graça.
E como disse anteriormente, sem maldade, apesar de não ir com a cara dela, minha cunhada é isso, uma dessas “bonitinhas” taxadas feia arrumadinha.
E aquele vestido florido de ontem… sem comentários…

Acho que é por isso que, na maioria das vezes, ela está sempre imitando o look de alguém.

 

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Porto seguro.

Terça-feira, 21 de Agosto de 2012.



Todo dia sirvo de ajuda para as pessoas. Elas me procuram, contam seus problemas, pedem conselhos e eu, sinto prazer em ajudar.
Não sei porque elas enxergam em mim um porto seguro. Logo eu, sempre tão carente e precisando de ser ouvida.
Mas agradeço a confiança, agradeço a preferencia. Todas elas são muito queridas.
E do modo que me fazem sentir assim especial, também são especiais pra mim.

Eu os amo, amigos!  :)


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Infãncia.

Segunda-feira, 20 de Agosto de 2012.




Hoje eu quero falar de uma coisa muito gostosa! E de tão gostosa, é muito importante pra mim!
A minha infãncia!
Minha doce, única e inesquesível infãncia.

Guardo dela lembranças fortes de proteção e conforto.
De uma época de longa paz reinando num mundo todo feito de pirulito.
De um quarto rosa tão cheio de brinquedos que mais parecia uma loja destes,
E risos de outras crianças que fizeram junto comigo parte dessa história, irmãos e primos.

Ainda me recordo da criança imaginativa que eu era. Criando mim e uma histórias para inúmeras brincadeiras com os irmãos. Ainda me recordo da “casa da piscina”* onde cresci, dos dias deliciosos que vivi, dos brinquedos, das pessoas da família que tudo me deram e ensinaram.
Nessa infãncia tão construtiva…
Acho que só sou a pessoa que sou hoje por causa dela, pelo privilégio de ter crescido em uma casa com família estruturada, ao mesmo tempo zelosa, presente e preocupada com minha educação.
Eu não fui dessas crianças largadas que brincavam na rua o dia inteiro distantes da família, alheia aos brinquedos. Eu fui educada, fui ensinada. Eu fui protejida e rodeada por pessoas que se preocuparam em me transformar na melhor, com a melhor e mais farta das criações.
Fui criada para ser uma vencedora, ser diferente, e não como uns e outros que tem tazado na testa a palavra perderdor.

E devo tudo isso à minha mãe. Devo tudo isso a minha família.
Porque souberam me criar e cuidar quando eu era criança.
Me fizeram ter uma infãncia tão satisfeita, que hoje não preciso revivê-la.
Só preciso ter pensamentos felizes e lembranças. E não sentimentos de revolta.

* A Casa da piscina que me refero é a enorme casa que minha mãe mandou construir no início dos anos 90 e onde moramos até meus 15 anos de idade. Fui nela que meu irmão nasceu. Fui nela que passei toda minha infancia. Essa casa era um sonho. Me lembro de meus irmãos e eu brigarmos para ver quem ficava com ela. 
Era carinhosamente chamado por nós de a casa da piscina por que tínhamos uma enorrrme no quintal. 



domingo, 19 de agosto de 2012

Rindo a toa! =D

Domingo, 19 de Agosto de 2012.

Boa tarde, leitores ^^
Hoje para dar aquela descontraída, uma musiquinha.
Não que eu seja fã da banda. Mas respeito, é um belíssimo trabalho e acho linda as canções.
A de hoje, por exemplo, retrata direitinho uma fase triste que superei e agora, me sinto melhor. =)
Coloquei só a parte que figura meus sentimentos. O resto, está no vídeo. 
Eu estou rindo à toa. Não que a vida esteja assim tão boa, mas um sorriso ajuda a melhorar ;)
 
 Rindo a toa, do Falamansa. 
Maninha Dianne, pra você, amor! Super fã deles desde pequena, né?

Rindo à Toa

Falamansa

Tô numa boa
Tô aqui de novo
Daqui não saio
Daqui não me movo
Tenho certeza
Esse é o meu lugar
Aah Aha

Tô numa boa
Tô ficando esperto
Já não pergunto
Se isso tudo é certo
Uso esse tempo pra recomeçar
Aah Aha

Doeu, doeu, agora não dói
Não dói, não dói
Chorei, chorei
Agora não choro mais
Toda mágoa que passei
É motivo pra comemorar
Pois se não sofresse assim
Não tinha razões pra cantar

Ha ha ha ha ha
Mas eu tô rindo à toa
Não que a vida
Esteja assim tão boa
Mas um sorriso ajuda a melhorar
Aah Aha

E cantando assim
Parece que o tempo voa
Quanto mais triste
Mais bonito soa
Eu agradeço por poder cantar
Lalaiá laiá laiá Iê




sábado, 18 de agosto de 2012

Tudo está bem.

Sábado, 18 de Agosto de 2012.

Harmonia...


Como é bom conviver com ela. Saber que você se dá bem com todo mundo a sua volta, que todo mundo se dá bem com você…
Saber que na tua vida reina uma divina paz, só colaborando para sua melhora.

Pena que há dois anos nessa mesma data, eu não podia dizer o mesmo.
Mas hoje, graças a Deus, esse quadro é diferente. Onde eu sempre estou bem, sempre estou feliz e leve.
Hoje me dou bem com minha sogra, com meus visinhos, com os conhecidos que me param na rua para uma conversa, com os amigos que arrumei pela cidade, com minha querida família que mora em Minas…
E também com a do Henrique que eu adoro!

Tudo está relativamente bem, aceitável, perfeito. As coisas só estão melhorando. E eu finalmente me sinto extasiada com a paz que tanto pedi à Deus.
É claro que pequenas pedras ainda surgem em meu caminho. Mas não é nada demais. As tenho gardado todas. Vou construir meu castelo com elas!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Maria brigona.

Sexta-feira, 17 de Agosto de 2012.


Tenho que parar de ser brigona. Ou melhor: tenho que deixar de ser impulsiva. Porque bater nos outros não resolve nada. Fora que me deixa com uma tremenda dor nas mãos, depois, rs.
A questão não é ser presa.
Se eu fosse parar na cadeia por todos as vezes que parti para agressão, por todos os narizes que quebrei ou fiz sangrar e pelas caras que amassei, já tinha pego a perpétua.
O fato é que brigar, além de não ser para pessoas com certa classe, como eu, pode também me ocasionar sérios problemas.
Do jeito que não meço as consequências, um dia, ainda acabo machucando alguém sério.


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Ôh cidadezinha pra dar fofoqueiros....¬¬

Quarta-feira, 15 de Agosto de 2012.

Timon.
Uma cidadezinha humilde, pacata, desorganizada, fedorenta e pouco conhecida, do interior do Maranhão. E, conhecidentemente onde se encontra o maior número de fofoqueiros que já vi!
É fulano querendo saber da vida de cicrano. É beltrano falando de deltrano…
Aqui, a coisa é fogo!
Não se pode peidar sem o assunto virar manchete de primeira página.
A vida alheia gera mais audiência, entre os timonenses, que as novelas da tv!
Aqui sim, pode-se dizer que as paredes tem ouvidos. Até quem passa na rua pára, para ouvir o que você conversa alto na sua casa.
E não falo de uma, duas ou três pessoas específicas. Não. Pelo menos por onde moro, parece que todo mundo é assim. Se a pessoa não se revela de início, dalhi a pouco descubro mais um fofoqueiro na minha frente.
É muita picuínha. É muita imundice. É muito veneno correndo num só lugar. Sem falar na falsidade.
E esse povo acha que gosto dessas coisas e tenta me colocar como tomadora de conta da vida alheia…
É ruim, hein….u.u
Sê manquem, linguarudos! Não sou da mesma láia que vocês não.
Vim de um lugar onde tomar conta da vidas dos outros não é diversão. u.u
A nossa é mais importante. A dos outros, não interessa!

Cada coisa que tenho que aturar…
Agora sou confundida com o que não presta…
Eu tenho raiva de fofoca. Raiva que também falem da minha vida. Quem sabe como se deve adiministrá-la, sou eu. Não pedi a opinião de ninguém. Muito menos que falem dela. Gente pobre lascada que não é exemplo considerável pra ninguém.  u.u
Eu tenho raiva….. ¬¬
Ôh cidadezinha pra dar fofoqueiros!


sábado, 11 de agosto de 2012

Aprendi...

Sádabo, 11 de Agosto de 2012.


Aprendi que o amor chega na hora exata. Que a maturidade vem aos poucos.
Que família é tudo. Que amigos bons e sinceros são poucos.
Que cuidar da sua vida é sempre melhor opição. 
Que dias melhores sempre virão. Que na vida, nem tudo vale a pena. 
E principalmente que minha felicidade depende das escolhas que eu faço. 

;)


















quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O feitiço virou contra a feiticeira.

Quinta-feira, 09 de Agosto de 2012.


Henrique me passou uma história muito interessante, hoje de manhã, contada pela sua mãe.
Sabe por que a achei interessante?
Para entender, deixa eu explicar uma coisinha:
- Quando Henrique e eu namorávamos e estávamos muito longe um do outro, a irmã dele era quem mais dava força para nos ajuntar. Quando finalmente me mudei e vim morar com ele, essa falsa de duas caras foi quem mais deu força para nos separar.
Aprontou todas para conseguir isso, até envenenou minha sogra enquanto podia para fazer com que eu fosse embora. E tanto fez que conseguiu, que durante muito tempo minha sogra não me aceitou de jeito nenhum, e só me odiava por causa dela, implicava. É por isso que tenho um ódio mortal por minha cunhada. Hoje, minha relação com minha sogra é de respeito mútuo, mas sempre esperei que aquela sequelada da minha cunhada fosse castigada pelo tempo que sofri opressão.
Bem, parece que esses dias chegaram.

Atualmente ela namora. O rapaz até parece simpático, mas já tem bastante tempo que minha sogra nos diz não gostar dele nenhum pouco. Reclama que ele é um folgado. Come toda a comida da casa, quebra coisas e quando senta, coloca os pés na cabeça das cadeiras.
Minha sogra ainda falou que ele e a safada que não presta rasgaram o sofá de tanto se deitarem nele. E que o rapaz ainda se ofendeu, dizendo que agora não irá mais lá.
Como não conheço o Júlio César, não acho bacana julgá-lo. Mas confesso quase posso sentir pena por ele, pois já estive em seu lugar e sei como se sente.
Mas já não posso dizer a mesma coisa pela cobra. A chantagista ainda ameaçou a mãe, dizendo que iria se acabar nas drogas e bebidas…
Sabe o que minha sogra disse? Que não estava nem aí.

Bom, tái, gostei. Só sinto pelo rapazinho. As vezes sinto até vontade de trocar umas idéias com ele, passar alguns conselhos de sobrevivencia. Mas para a outra, eis a paga.
Não existe aquele ditado… O feitiço virou contra o feiticeiro?
Pois é..!
Tanto fez para me separar do Henrique; Tanto usou de falsidade comigo; Tanto envenenou minha sogra para nos maltratar e tanto chorei naquele maldito ano de 2010, por causa dessa também maldita e mil vezes amaldiçoada seja!
Agora tome! Vadia desgraçada! Tome, cobra falsa venenosa. Tome!!
Tanto queria que sua mãe não gostasse de mim e infernizasse meu futuro casamento, agora é do teu que ela não gosta, criola.
Tudo o que me fez, voltará para você três vezes elevado. Castigo de Deus tarda, mas não falha. O Henrique e todo mundo ainda me falou que tudoo que fez iria voltar pra ela. E é só o começo.
E como minha sogra mesmo veio falar, ela pode se acabar nas drogas que pelo menos, nessa família aqui, não tem ninguém que vai se importar. Nunca foram mesmo,na verdade.
Mas taí teu feitiço se voltando contra você,
Otária!!


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

A má amada.

Quarta-feira, 08 de Agosto de 2012.


Ontem, enquanto minha sogra veio conversar com Henrique na porta, no fim da tarde, ambos notaram e comentaram que minha cunhada passou do outro lado da rua, fazendo cara feia de quem não gostou. Eu estava na varanda, a espera do Henrique para colocarmos a cerca de arame. E nem notei a hora que a outra fez sua miserável aparição.  u.u
Mas posteriormente, ao saber sobre isso, pensei comigo: Qual o motivo da cara feia? Será que ela não vê que a horrível espressão cerrada que tem já a deixa desse jeito?
E mais: O que ela achou ruim? Uma mãe ir conversar com o próprio filho? O que ela pensa que é para se dar ao direito de gostar ou não?

Quem devia achar ruim era o Henrique, por ela, a filhinha da famosa empregada louca estar metida na família dele, tendo chegado sete anos tardio, mandando e desmandando pensando ser alguma coisa…
Como pode achar que tem direito de intervir em tal relacionamento? Ou não querer que minha sogra vá visitar o próprio filho?
Sabe o que é isso? É coisa de gente que é má amada, largada, que se sente despresada por essa nova família formada por pessoas que antes formavam a sua, mantendo-a excluída e nunca considerada em parte alguma.
E que sabe que jamais terá a mesma importância que o Henrique tem. Que sabe que sempre houve e haverá diferenças entre eles, e que sua mãe dá de tudo para ele.
 E mesmo quando esta resolve lhe dar algo, esse algo é repartido em dois, sempre indo uma metade de novo para o Henrique, como foi no caso da internet, onde ele acabou por ficar com a melhor parte. E por decisão da Lídia. Não nossa, nem dos técnicos.

Para largar de vez com essas atitudes absurdas, como eu queria poder contar pra ela todas as histórias que a tia paterna Edilene nos contou, de que a família detesta minha cunhada, debochadamente apelidada por eles de “Boca –Torta”. Henrique me contou que todos os primos a chamavam assim na época em que ainda se reuniam com todas as crianças da família para brincar, e que ela chorava e chorava…

Queria ter visto isso… Será que ela ainda se lembra do apelidinho de infãncia?

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Ninha e Nariko.

Terça-feira, 07 de Agosto de 2012.


Hoje comprei a cerca de arame para colocar na varanda e impedir que a gata que crio, saia.
Descobri recentemente que minha gata Nariko estava saindo de casa pela varanda do meu quarto, e indo para os telhados.
Acontece que ela não sai para dar voltas. Ela fica infurnada na telha do banheiro da casa da minha sogra, e isso quando não inventa de entrar lá.

O problema não é nem a gata sair para conhecer a rua. A questão é que não entendo por que ela insiste em ficar deitada nessa telha, olhando para dentro da casa da minha sogra, correndo o risco de se deixar ser vista por minha cunhada.

Não queria que aquela traste visse minha Nariko, porque é fisicamente a sua gata Ninha. Expliquei na postagem “A história de uma pestinha em minha vida”, que quando vim morar na casa do Henrique, minha cunhada tinha uma gata chamada Ninha – gata que por sinal eu odiava, porque mordia a mim e ao Henrique porque não a deixávamos entrar no quarto - e que essa Ninha é a mãe da Yvi, a gatinha preta que minha sogra me deu em 2011. E Yvi, por sua vez, é a mãe da Nariko.
Ou seja: A gata da minha cunhada é avó da minha gata Nariko.

Mas essa Ninha não existe mais. Minha sogra deu um fim nela logo após a separação da casa, quando reclamávamos que a gata da menina entrava em nosso quintal só para fazer cocô. Como minha sogra era mais uma a odiar a bichinha, mandou o pedreiro matá-la.
Meu medo era a menina ver Nariko e pensar que é sua gata Ninha voltando do mundo dos mortos. Ambas tem semelhança monstruosa.
Ou até mesmo fazer alguma maldade , já que por vezes para fazer a vontade da Lídia, fui cumplice na hora de dar fim nos bichinhos de estimação da outra. E é claro que ela sabe disso.
E como até mesmo minha sogra não cansa de dizer que a filha é uma pessoa má, vai saber…




sábado, 4 de agosto de 2012

Uma Chance.

Sábado, 04 de Julho de 2012.


E no final, apenas bastou:

Uma chance.
Um momento.
A aproximação.
Um descuido.
Um sentimento.
Um olhar.
O silêncio.
Um beijo.

Só....
Tudo de que precisávamos…
Uma chance para nós dois.
A nossa reaproximação.
E o reconstruir da nossa bonita e tão incomum história de amor.

Agora é só seguir em frente,
Esquecer tudo o que nos machucou.
Só nós dois…Eu e você, Henrique…
O resto, não importa.
Passou…


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Recomeço.

Sexta-feira, 03 de Agosto de 2012.



Não importa onde eu parei, em que momento da vida cansei.
O que importa é que sempre é possível e necessário "Recomeçar"
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo.
É renovar as esperanças na vida, e o mais importante: acreditar em mim de novo.

Sofri muito nesse período. Mas foi aprendizado.
Chorei muito. Mas foi limpeza da alma.
Também fiquei com raiva das pessoas. Para perdoá-las um dia.
E senti-me só por diversas vezes…  Mas porque fechei a porta até para os outros.
E no fim, acreditei que tudo estava perdido. Mas era o início da minha melhora.

Pois é!
Agora é hora de iniciar, de pensar na luz, de encontrar prazer nas coisas simples de novo.

Uma das coisas que mais anceio por resgatar é a pessoa que eu era. Aquela pessoa doce, meiga, esperta, curiosa e sonhadora. A menininha otimista e ingênua demais da qual tenho saudades…
Ao passar por experiências duras e não convivendo com pessoas decentes, em Timon, acabei por me perder pelo caminho, dando lugar a uma “Mariana” mas amarga, egoísta, vingativa e manipuladora.
Agora, vou aos poucos regressando pelo caminho e juntando os caquinhos da pessoa que fui. E voltar a sentir-me bem comigo mesma.

O resto? Virá com o tempo. Como as pessoas que afastei com o meu "período de isolamento”.
Tanta gente esperando apenas um sorriso meu para "chegar" perto de mim.
E vou recuperar tudo, nessa minha era de “Recomeçar”, jogando fora tudo que me prende ao passado,
ao mundinho de coisas tristes, fotos, peças de roupa, objetos, toda aquela tranqueira que guardei ou adiquiri nos períodos mais tristes da minha vida, tudo o que lembre e traz aquela sensação de nostalgia.
Quero começar tudo do zero, renovar tudo o que tenho em minhas mãos e mandar embora junto o passado.

Terminada a faxina mental, aí sim poderei me perguntar:
Que tal arrumar um novo emprego?
Ou escolher uma nova profissão?
Um corte de cabelo arrojado, diferente?
Um novo curso, ou aquele velho desejo de apender a pintar, desenhar, dominar o computador, a dançar
ou qualquer outra coisa?
Ou que tal seguir algum de meus próprios talentos e aspirações?

É.. hoje é um bom dia para começar, um dia para estipular onde quero chegar.
E quero ir alto!
Então, sonharei alto, desejarei o melhor do melhor e coisas boas para a vida.
Pensamentos assim trazem para nós aquilo que desejamos.
Se pensarmos pequeno, coisas pequenas teremos.
Já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar na nossa vida.
Se for assim, terei pensamentos maiores que o mundo...

Esse será o meu Recomeço. :)






















* Texto por mim escrito, mas adapitado com trechos dos pensamentos de Paulo Roberto Gaeke. 

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