domingo, 31 de março de 2013

Sete coisas.

Domingo, 31 de Março de 2013.   #2 
 


     Sete coisas que cruzam muito a minha mente.
  1. O futuro. Para onde eu vou, o que vou fazer, como vai ser, se vou conseguir, o que eu faço, será que vai dar certo…
  2. Pessoas que no momento estão longe de mim, e que eu gostaria que mais perto estivessem.
  3. Minha família.
  4. Livros *-* e os jogos do momento.
  5. Viagens. Sim, quero viajar muito, por mais que vá demorar, né. ^^
  6. Minha casa e a futura vida que construirei com marido e filhos.
  7. Tudo que já fiz e gostaria de ter feito de forma diferente, e que agora eu as farei.

Transparência.

Domingo, 31 de Março de 2013. 

Às vezes, fico me perguntando por que é tão difícil para as pessoas ser transparente?
Todos costumam acreditar que transparência é o mesmo que ser sincero, não enganar os outros.
Mas ser transparente é muito mais do que isso. É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente...
Ser transparente é desnudar a alma, é deixar as máscaras cair, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que tanto se empenha para levantar...
Ser transparente é permitir que toda a doçura aflore, desabroche, transborde!
Mas infelizmente, quase sempre, a maioria das criaturas humanas decide não correr esse risco.

E por que?
Porque preferem a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferem o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de seu ser...
Preferem se perder numa busca insana por respostas imediatas à simplesmente entregar e admitir que não sabem, que têm medo.
Por mais doloroso que seja, as pessoas preferem construir uma máscara que as distância daquilo e de tudo que as fazem humanas.


sábado, 30 de março de 2013

Minhas questões humanas.

Sábado, 30 de Março de 2013.


"Tenho a irritante mania de pensa em questões tão antigas, que não deveriam afetar-me mais, mas elas persistem.
Sou muito rígida consigo mesma. Não me permito errar, porém me permito duvidar mais que o necessário.
Ás vezes sou pessimista, mas sempre tenho uma palavra de otimismo para alguém.
Sou extremamente emocional, capaz de chorar ouvindo música e rir sozinha no meio de um temporal...
Aliás, eu adoro rir de mim mesma, das minhas catástrofes, dos meus tombos. Ás vezes falo pelos cotovelos, e sempre acho que estou incomodando.
Tenho a alarmante necessidade de ouvir que sou amada, assim, só pra confirmar, pois sou insegura. E luto contra minha própria insegurança, todos os dias. E  acredito que os contrários nos humaniza... e sim, sou muito humana".

- Mari. 

sexta-feira, 29 de março de 2013

Não é da autoajuda que eu preciso.

Sexta-feira Santa, 29 de Março de 2013.   #2 

O Livro Você pode curar a sua vida, de Louise L. Hay, não tem me ajudado muito, ultimamente. Às vezes gosto de ler autoajuda, como tudo que acho que merece ser lido. Porém, em se tratar de minha carência, não são dos livros desse tipo que tenho precisado, mas sim, de alguns abraços, olhares compreensivos, frases de consolo, ouvidos dispostos e um pouco de carinho – só para variar. 
Mas onde estão as almas solidárias deste mundo?



Ele acalma as tempestades que há em mim.

Sexta-feira Santa, 29 de Março de 2013. 

Por mais que eu faça planos e por mais que eu tenha meus simples desejos no coração, não sei o que esta vida ainda me reserva. O que sei é que Deus tem sido generoso comigo.

Não sei se mereço. Talvez eu nem mereça. Poderia fazer mais e não faço.
Mas Deus tem falado ao meu coração e tem me confortado nos momentos difíceis.

E penso que estou no caminho certo, mesmo com meus erros e minhas interrogações.
Tenho tentado caminhar. Tenho tentado prosseguir. Já chorei algumas vezes de raiva, solidão e arrependimento, e foram tantas as decepções…
Mas quem não as tem?

E quando me deparo pensando nesta vida e pedindo ajustes a ela em minhas orações, a fortaleza impecável que tento ser desmorona, Diante de Deus, meu amigo, A quem posso confidenciar-me e falar abertamente o que sinto. Porque meu coração fica perdido, confuso e inquieto, e encontro em Deus refúgio.

Só Ele me conhece mais que eu mesma.
Daí vem a bonança e a esperança, pois Ele acalma as tempestades que há em mim. 



quinta-feira, 28 de março de 2013

Palavras de ordem.

Quinta-feira, 28 de Março de 2013.  #3


Tentarei.

Quinta-feira, 28 de Março de 2013.  #2



É certo que a vida não me deu muitas chances para voltar atrás,
quando me arrependi dos maus feitos 
e quis reclamar ao menos o direito de consertar as coisas e ser ouvida.

Meu choroso coração, revoltado, seguiu-se culpando o destino,  
culpando os outros, culpando as circunstâncias, o tempo, o vento, a pedra, o chão, 
TUDO, pela minha inabilidade de se fazer feliz.

Agora que já é um pouco tarde,
não adianta mais eu ficar olhando para trás.
Irei e reconquistarei a minha oportunidade.
Vou com essas feridas e medos mesmo,

com a cara e a coragem, demonstrando e amor,
distribuindo paz e esperança,
enquanto me firmo na paciência e na certeza 
que só com ela e com o tempo 
as coisas darão certo.
Vou atrás daquilo que quero,
do amor e das pessoas que amo.
Vou focar naquilo que eu acredito que posso mudar e reescrever.
E assim, 
talvez ainda exista a chance de eu ser feliz.

Tentarei. 
Sim. Tentarei.


Mesmo que tenha doído, valeu a pena.

Quinta-feira, 28 de Março de 2013. 

Um desabafo:

Há poucos dias, precisei ser sincera com uma pessoinha sobre o que eu estava sentindo com relação a sua ausência presencial em minha vida, e também sobre uma indiferença sufocante que acho que existe entre nós e me incomoda.

Essa pessoa é uma das criaturinhas mais importantes da minha vida. Mas só ela que não se dá conta.

E quer saber, mesmo que para ela ter desaguado meus sentimentos não lhe tenha valido de nada, e, por mais que eu só tenha me machucado com isso, ainda assim, achei que valeu a pena.



quarta-feira, 27 de março de 2013

Complicada, teimosa e corajosa.

Quarta-feira, 27 de Março de 2013.   #2 

"Sempre fui sentimentalmente complicada. Indecisa entre o certo e o errado, o fácil e o difícil. Insegura dos próprios passos, algumas vezes voltei à trás, outras precisei tropeçar e cair para perceber que estava indo na direção contrária. 
Teimosinha como só eu, nunca aceitei opiniões, precisei bater de cara com a verdade pra aceitar que estava errada e muitas vezes por orgulho, nem isso eu fiz. 
Corajosa, enfrentei os medos e aprendi a conviver com a maioria deles. Lutei contra as ilusões e parei de acreditar em promessas. Cresci, porém continuo a mesma menina de sempre." 

- Mari. 

 

Inevitável fato.

Quarta-feira, 27 de Março de 2013.


  “Mesmo que eu saiba quem sou e para onde vou,
e mesmo tendo as mais claras certezas no coração, 
o fato é que às vezes eu fico uma bagunça por dentro e por fora”.
- Mari. 

A minha para sempre amiga =)

Terça-feira, 26 de Março de 2013. 

Sabe, nunca costumo economizar palavras quando é para falar de alguém que eu gosto... =)
Uma das amigas mais legais que tive e uma das poucas do passado que até hoje faço a inquestionável questão de manter, é a Karina.
Eu estava com dezessete anos, já mais velha e madura, quando percebi que aquela minha antiga visão de que só as amizades masculinas funcionavam para mim, já não tinha mais fundamento e força. É verdade que ainda hoje tenho mais facilidade com os rapazes, mas eu precisava sim de amigas, e de mergulhar de vez enquanto no universo feminino ao lado de Karina e Cristina, minhas últimas amigas do meu último ano letivo. E duas doidinhas que eu amava.

Karina era muito minha companheira, muito minha amiga e leal. Andávamos juntas para onde fosse e dividíamos todas as coisas, todas mesmo, até as “inimigas”, as garotas que implicavam e não gostavam de nós duas por questões frívolas e ridículas que só existiam na percepção delas. E sobrevivíamos a todas as picuinhas, fofoquinhas, apelidinhos e provocações. Porque Karina me fez perceber mais claramente que nunca, que aquelas meninas que mal nos conheciam, mas amavam mostrar insatisfação com nossa existência , só sentiam raiva porque mostrávamos indiferença e individualidade. Éramos exclusivas e o oposto de todas elas, sempre tão clichês umas das outras. Esse modo dela de me dar esse tipo de apoio às vezes me fazia lembrar muito minha prima Talita.

Karina e eu começamos a conversar só no primeiro ano do ensino médio, mas na verdade vínhamos estudando juntas desde a sétima série. Tudo aconteceu porque ela descobriu em mim o mesmo interesse que ela tinha nos vídeo-games, quando viu eu desenrolar sobre minha mesa um baita pôster dos Donkey Kong e erguê-lo no alto enquanto gritava corajosamente para o professos de física que, na minha absurda opinião, os jogos de vídeo-game é que deveriam ser estudados e valer nota, não os trabalhos porre que ele passava. Karina deve ter me achado uma doida, como todo mundo, mas se aproximou e viramos amigas. Em seguida lhe apresentei Rafael, o Peterson e a galera da rua, e viramos um grupo imenso que se reunia todo sábado para jogar bola.
Karina e eu, em nosso tempo de amizade, vivemos muitas aventuras e histórias de cumplicidade. O que eu achava o máximo nela e na gente, era o fato de nos identificarmos em tudo. Era uma amiga com quem eu fácil me entendia, igual era com Natália e Léia, e foram raríssimas às vezes em que nos desentendemos. Quando aconteceu, meia-hora, foi o máximo que passamos sem nos falar. 

Depois que me mudei para o Santa Angela, em 2004, nós nos distanciamos e deixamos de nos ver um pouco, confesso. Houve um período de três anos em que ficamos afastadas, e quando decidi procurá-la, eu soube que Karina havia se mudado para o Rio Grande do Sul. Eu até acabei encontrando-a pela internet, trocamos conversa e aproveitamos para resolver um assunto nosso mal explicado. Mas quando ela decidiu voltar para Poços de Caldas em 2009, já era tarde, pois quem havia saído da cidade, havia sido eu.
Apesar do desencontro, Karina e eu, atualmente, temos mantido contato pela internet. E de certo modo ela tem ajudado muito com o preparo da minha volta. Prometi a ela que quando eu chegar, iremos resgatar o tempo perdido e voltar a andar juntas para aprontar aquelas!
E de certo modo, é bem o que ela espera mesmo :)


Saudades de um "certo" melhor amigo.

Quarta-feira, 20 de Março de 2013. 

"Aproveitando esse meu mar de recordações, queria confessar que há alguém de quem eu sinto a falta" . 

Rafael é o protagonista da mais forte história de amizade que já tive até hoje. É alguém a quem já conheço há doze anos, e o único que foi capaz de compreender meus sentimentos e a me fazer vivenciar uma amizade tão mágica.
No momento em que entrou na minha vida e deu a amostra de como seria especial pra mim, os outros, que só estavam comigo por estar, deixaram imediatamente de existir pra mim. Eu tinha quatorze anos e estava na oitava série quando um outro amigo meu, JJ, me apresentou o Rafael. Eles eram da mesma idade e classe, assim como também possuíam o mesmo físico de gordinho, com a única diferença que Rafael era louro e tinha os olhos verdes.

Só sei que, ao contrário do que eu esperava, Rafael se tornou mais meu amigo e muito mais companheiro e confidente, que JJ. Eu pensava que ele seria só mais um conhecido distante, alguém novo para apenas jogar bola, mas logo se desabrochou o amigo mais incrível que uma garota podia ter, e tivemos uma ligação como nunca com ninguém.
É difícil explicar como era o apego que eu tinha com Rafael e o quanto ele era especial para mim. O modo como posso expressar a totalidade de tudo o que éramos e tudo o que eu sentia, é apenas em dizer que, com ele, eu vivia uma cumplicidade que nunca havia conseguido ter com nenhum outro amigo, sentia o que poucos me fizeram sentir e recebia dele o que os outros não foram capazes de dar. Rafael acabou se tornando aqueles sonhos reais que eu só via em filmes de casais amigos, como naquele, do filme De repente 30. Rafael era o meu melhor amigo.

Juntos construímos a coisa mais pura, sincera e verdadeira que eu experimentava, tínhamos um carinho sem medida e expressado sem medo por ele existir. E o mais legal é que tínhamos tudo isso sem envolver amor. Ao contrário ao pensamento das pessoas, Rafael e eu nunca nos apaixonamos um pelo outro, apenas admitíamos o ciúme quando o outro arrumava uma paquera, mas nunca de verdade tivemos a intenção de namorar. Eu achava que amor era uma coisa complicada e complexa que naquele momento da vida não eu precisava entender, e nem tão cedo queria vivenciar. Já sabia de antemão que se eu misturasse os sentimentos e confundisse meu apresso por ele com amor, iria acontecer algo que faria nossa amizade especial deixar de funcionar, igual acontece quando se joga uma chave de fenda nas engrenagens do mais perfeito mecanismo. Não queria que nada estragasse aquilo. Nada. Nem ninguém.

Depois que nos apegamos muito um ao outro, Rafael se fazia presente em quase todo momento da minha vida. Foi até um pouco difícil no início porque, devido a educação que meus irmãos e eu tivemos, não era sempre que eu tinha a permissão para estar fora de casa, por acharem perigoso. Aliás, eu nem tinha liberdade para fazer o que eu quisesse na rua, como meus amigos. Se eu conseguia sair era mais por desobediência e mentiras, que por permissão.


Rafael e eu passamos muito tempo juntos, muito mesmo. Passamos por muitas aventuras e confidenciamos muita coisa um ao outro. E se tem uma coisa em que posso ser sincera em dizer a respeito do que eu sinto, é saudade.
Sinto uma falta tremenda dele. Das nossas conversas, dos nossos passeios, das nossas encrencas, da nossa vida. Sinto falta de poder deitar minha cabeça no ombro dele, de deixa-lo deitar a dele no meu colo, sinto falta do seu jeito, da sua voz, do seu companheirismo e do seu estilo largado. Sinto falta do seu violão, da sua paixão pela música. Sinto falta até das broncas que me dava pelas vezes em que fui tão pateta. Perdê-lo em 2005 foi aparentemente um baque muito forte para mim, e senti algo que nunca pude contar para ninguém. E mesmo quando ele reapareceu em 2009, cheio de problemas e crises pessoais, não senti que Rafael era mais o mesmo. 

Mas nós voltamos a andar juntos em 2009, voltamos a ser amigos e um prometeu ajudar o outro. Só que eu notei que havia duas pequenas coisas que o incomodavam muito nos últimos dias em que nos vimos, em Poços de Caldas: a descoberta da existência de um namorado meu de internet, e fato de que no final daquele ano mesmo eu ia para o Maranhão me encontrar com ele.



Memórias.

Terça-feira, 19 de Março de 2013.





Memórias: - pensamentos habitados por recordações passadas.
E estes me fazem viajar pelas correntes mais densas e fortes de embriagante nostalgia.
É no ápice de tais sentimentos que me ponho a rabiscar textos, e com palavras perdidas e carregadas de saudade resolvi tentar recordar um pouco do meu passado, só pra variar, pois sempre há alguma coisa ou aquela abençoada música na playlist que trás de volta as sensações ou um certo nome de um certo alguém que há muito não se pensava.

Nesta ocasião, meus fones de ouvido e meus gatos sempre são meus melhores amigos, aconchegando-me em minha cama com meus cadernos, sem sorrisos, todos perdidos, iguais meu coração, sacudido com tantas lembranças, evocadas pelas minhas canções.

Fiquei a pensar em tanta coisa…
A cada lágrima de saudade, uma nova linha era escrita. A cada nome resgatado da memória, uma história era desenterrada, formando assim, as mais belas poesias das mais belas recordações vívidas de uma parte da minha vida que já fora perfeita.

Transformei a saudade que sinto de pessoas e coisas importantes para mim em palavras, e senti-me realizada. Fui expressando-me através de escritos e não havia sensação melhor. Mais uma música de minha playlist começa e todas as lembranças veem como um turbilhão a me castigar, queimando-me, ao mesmo tempo em que liberta todos os sentimentos mais ternos que tenho guardado de tanta coisa da minha vida!
Eu amo escrever, sobre tudo. Sobre qualquer coisa. Sentimentos, amores, alegrias ou momentos.
Sim, eu amo escrever, mas falar de minhas adoráveis lembranças é um ato quase ímprobo. E abstruso.
Lá vem outro turbilhão de memórias.  
Lá vou eu escrever novamente.
 

sábado, 16 de março de 2013

Paradise.

Sábado, dia 16 de Março de 2013.


        Calmo, tranquilo, aconchegante, familiar.
             Não muito longe, à minha espera  =)

sexta-feira, 15 de março de 2013

Caixinha de recordações.

Sexta-feira, 15 de Março de 2013.


Em fim estou desocupando esse lugar, em Timon, no qual me acomodei há tanto tempo, só porque era mais fácil e conveniente estar. Estou a renovar o guarda-roupa, a vida, a rotina. Jogando todas as coisas velhas fora, as não importantes, as que passaram, e guardando somente as que interessam em uma caixinha:  
- um sorriso, um amigo, aquele abraço que não me esqueço, um nome, um dia mágico, um papel de um bom-bom dado por alguém especial, uma foto... 
Para que em meu mundo novo, eu possa sempre dar uma fugidinha para lembrar-me de quem foi, e sentir orgulho do que é agora. Ou simplesmente pra matar saudade mesmo.

As mudanças são necessárias, mudar-me de Timon e da vida que nunca foi minha é necessário, e é o que tenho buscado ultimamente: isso que de certa forma me levará a trilhar de volta os caminhos conhecidos de antes, na minha cidade, que me farão ver claramente para onde estou indo. 
Muitas dessas mudanças serão dolorosas inicialmente, mas em um futuro próximo verei que foi realmente preciso ter mudado, tomado uma atitude, diante de um lugar apresenta tudo de forma obscura.

Estou renovando agora, minha alma e minha louca vida. E levo comigo uma caixinha não muito grande de recordações com as lições daqui, para que nos dias difíceis eu me recorde de que foi necessário eu ter seguido em frente, principalmente para alcançar objetivos e uma vida nova, mas também, porque ficar parada nesse lugar era  incomodo demais, onde a cada passo que não dei pra frente, eu regredi três.



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