sábado, 19 de junho de 2010

E a cobra falsa de duas caras aprontou mais uma. Ouça só:

Sexta-feira, 18 de Junho de 2010.

Nojentinha como sempre e mais encrenqueira do que de costume, o problema irmã-ciumenta-do-meu-namorado ainda existe na minha vida. Uma pena eu não conseguir dar fim tão facilmente nela assim como se da fim em um lixo fedido, que de tão podre ninguém tolera, ninguém aguenta chegar perto e seu fim nada mais é além de ser chutado.
Minha cunhada fede, fede a falsidade, a malícia, fede a interesse e conveniência, suas criançisses me inoja. Francamente minha paciência com essa aí está chegando ao limite, e digo que, se as coisas continuarem nesse caminho, não vai demorar muito para o pesado macio da minha mão cair na cara dela.

Tomada de coragem e revolta, posso não medir as consequências de meus atos, por isso mesmo que me mantenho longe, prefiro a distãncia a fazer feiura. Ou melhor: prefiro ela longe! Prefiro ela kilômetros de distânica não podendo participar de nada e meter o bedelho na nossa vida, mais do que já faz. Minha paciência com ela se esgotou, e limite também, e temo, a qualquer hora, não resistir avançar no pescoço de galinha dela.

Mas não faço nada, ficando na minha tenho minhas vantagens. Não que eu considere uma vantagem chorar de desespero desabafando tudo no colo do Henrique, rs, mas é que não aguento, e com a última que ela aprontou até ele disse que ela é FALSA, e concordamos juntos que a irmã tem duas caras.






 
















Ouça só:
Uma das coisas que descobri, ao chegar no Maranhão era que, no passado, além de Henrique e da minha cunhada, minha sogra criou mais uma menina, mas que não morava junto. Ou seja, de criação, Henrique tinha mais uma irmã. Henrique e minha cunhada me contaram horrores da menina, e que um de seus costumes era roubar. Mas o verdadeiro terror foi mesmo quando se espalhou a notícia de que nesse mês ela viria para morar com minha sogra novamente. Henrique, claro, odiou a notícia. Ele a odeia, sempre odiou Deuseana desde que era pequeno. Minha cunhada Não tinha sentimento diferente, também a odiava e chorou, brigou e falou que JAMAIS olharia na cara da menina.
 
Ela veio, só que, para a surpresa de todos, minha cunhada se deu muito bem com ela, amou Deuseana e não desgrudou dela um só segundo.
O que aconteceu com a pessoa que tanto odiava Deuseana? Onde está a parte em que ela JAMAIS olharia na cara da menina?

Ela á falsa! - Me disse Henrique, e sabe qual é a parte nesse pequeno contozinho que me atinge? é que só mais tarde Henrique e eu observamos o seguinte:
 Minha cunhada disse que não tinha coragem de fazer Deuseana se sentir mal dentro de casa. Mas sempre teve coragem, desde que cheguei aqui, de fazer a mim me sentir mal. Jogada contra a parede, ela não soube explicar isso para o Henrique, o porquê das diferenças, ou por que acha cruel tratar Deuseana assim que tanto aprontou pra ela, e a mim não, que nada fiz, além de dar minhas coisas pra ela.
Incrível, não?
Henrique me disse que o fim dela será um dos piores e que os castigos e cada coisa ruim que ela tem passado são, com certeza, consequência de seus atos.
A considerar também o Deus enorme e poderoso que está do meu lado, que me atende qualquer súplica e ouve minha lágrimas, não vai me atender dessa vez e castigar alguém como mereçe por me fazer mal?
Henrique falou para eu ficar tranquila. 


" Mariana Borelli escreveu. E nunca viu uma pessoa com um coração tão ruim. "


quarta-feira, 9 de junho de 2010

Insatisfação profissional.

 Terça-feira, 10 de Junho de 2010.

Decepção: essa é a única palavra capaz de me expressar agora. De um monte de coisas que eu podeira ter achado do meu novo emprego posso dizer que ele foi no mínimo desastroso. Isto é: panfletar a propaganda da loja para idosos na rua, atingir metas aparentemente impossíveis e trabalhar o dia inteiro num ambiente dominado por fumaça de cigarro não era bem o que eu pretendia fazer. E só de pensar que ficaria sabe Deus até quando presa nesse circulo de insatisfação já me dava vontade de chorar.

Resumindo: Eu não gostei.
A busca pela realização e satisfação profissional não tem sido uma tarefa fácil, desde que terminei minhas obrigações como estudante e tento ingressar no mercado de trabalho, aff ¬¬


Difícil é quando se tem um sonho, uma necessidade em vista que se confronta com esse sonho e um gosto pra lá de fresco, onde quase tudo não te agrada, rs. Mas vou continuar tentando, o importante é não desistir.
Sim, deixei a financeira. Não podia viver infeliz. Mas ja estou com outra proposta em aberto, com a mesma chefe.
Queira Deus que o próximo dê certo, queira Deus que esse saia, porque vou continuar pedindo, e to precisando muito-muito!
” Mariana Borelli escreveu. E ainda faz parte da taxa brasileiros desimpragados ” .

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