terça-feira, 31 de julho de 2012

Ansiedade.

Terça-feira, 31 de Julho de 2012.


Ando tão ansiosa com minha vida…
Querendo que as coisas passem logo, aconteçam logo, e que o fim de outras chegue, sendo que não posso fazer nada mais, além de esperar.

Esperar que o tempo passe, que um dia termine a começe outro…
Trazendo mais 24 horas de monotomia, e não soluções…
Mais 24 horas de impaciencia, diante de dias parecem intermináveis.
E louca, quase subo pelas paredes, rs.

É sacanagem…
Quanto mais positiva e satisfatória é a mudança pra sua vida, mais ela custa a chegar.
E parece que quanto mais você está disposto a lutar por um sonho, mas tem de esperar por ele…
Parece conspiração.

Enquanto isso, fico a me consumir na espera, morta de anciedade e impaciência.
Temerosa, receosa, inquieta.
Minha mente a mil me cobrando uma atitude.
Me lembrando da minha impotência e da incopetência
De não saber esperar,
E querer adiantar isso…

Céus, como odeio essa ansiedade. 















" Anda reloginho, anda... Faça o tempo correr logo".

domingo, 29 de julho de 2012

Quando minha sogra fica bem.

Domingo, 29 de Julho de 2012.

  
Eu acho incrível o quanto minha sogra muda, revitaliza e fica alegre, só porque a filha-encrenca não está em casa. Parece que viajou nesses dias para ser o tormento temporário de alguém. Já na quinta de manha na porta de sua casa, minha sogra se dizia aliviada por saber dos dias que passaria longe dela. Queria descansar, por isso, nem relotou diante da bela oportunidade de tirar férias da presença da peste.

Reparei, hoje de manhã, o quanto a fisionomia dela muda, o quanto ganha disposição. Sem a criola por perto, minha sogra não entra aqui em casa chorosa, reclamando dos azedos de uma menina imprestável que parece sentir prazer em levar sua saúde embora. Ela vem mais alegre e comunicativa! Mais determinada, mais saudável, menos carregada, não depressiva. Ela fica bem. Uma outra pessoa.
Sozinha, ela faz suas tarefas com calma; vai nas visinhas sem a preocupação de voltar logo, antes da filha convidar estranhos pra dentro de casa; ela recebe as amigas e o primo … Ela vive. E uma vida muito mais leve.
Ontem, para se ter uma ideia, estava até cantando, enquanto cozinhava. E enquanto lavava minha roupa, fiquei a pensar por que as coisas para ela não podem ser sempre assim, tão tranquilas. E por que minha cunhada simplesmente não some de vez pra deixá-la em paz.
Apesar dos  erros que cometeu, minha sogra não merece essa folgada caprixosa como castigo.

Foi aí que nesses dias só ficou mais evidente o que eu já sabia: é a peste da Vítoria e suas exigências que roubam a saúde a paz interior da minha sogra. Ela é que é o verdadeiro problema, não a falta de dinheiro. Alias, Qualquer outro rolo se contorna facilmente. Mas a mínima coisinha se torna pior quando se tem uma folgada reclamando e exigindo coisas absurdas quando menos merece.
Um fato: Não haveria falta de dinheiro, se não tivesse uma filha exigindo.
A história do dinheiro é só mais um ponto onde minha cunhada tem muita culpa por minha sogra viver sempre descontrolada. A filha quer um estilo de vida que a mãe não pode proporcionar. E nem quer, porque pra ela, o que importa é pagar a conta de luz e ter comida em casa. Só.
Mas a outra quer isso, quer aquilo, obriga a comprar aquele outro, deixando a mãe nervosa, irritada, louca. Tudo quer, tudo exige. Pra tudo briga. E nada mereçe. E como minha própria sogra diz, é tudo porque os outros tem vaidades e ela quer ser igual.
Uma deles, é a tal da academia. Minha sogra sempre refere ao assunto com uma ponta de ódio. E me pergunto será que nunca reparou que não vai engordar porque sua magreza é da genética?
Uma das tias mesmo contou que a Marinalva, mãe biológica da minha cunhada, é igualzinha, magrelona e altona. Quem foi a vida toda assim, difícilmente ganha outro tipo de corpo.
Além do mais, em seu histórico médico desfila uma série de problemas de saúde que a impedem de ganhar peso. Ela mesma já disse. E ao contrário do Henrique que teve a sorte, minha cunhada não mamou o leite materno, cuja a falta também influencia nisso.
Sabendo dos fatos, minha sogra acha um aburdo essa história de academia. Mas a fresca quer porque quer seguir moda e iguinorar seus limites. E é o que deixa minha sogra furiosa e raivosa, pelo disperdício do seu dinheiro que gosta de gastar no que acha mais importante.

Acho que ao invéz de reclamar e exigir, minha cunhada que tanto compra os desgostos por aqui, devia se mexer e fazer qualquer merda que vá garantir o que quer. E se eu fosse ela, era exatamente o que estaria fazendo. Só eu sei o que a espera pra daqui uns tempos e não vai ser bom. As vezes me sinto até culpada por saber de uma informação dessa natureza que vai,mais uma vez, mudar sua vida de um jeito que a deixará desconcertada e sem rumo, igual aconteceu quando entrei na vida de sua família.
É verdade que minha sogra já errou muito comigo. Mas ela soube reconhecer seus erros. Se redimiu, e agora temos uma relação de respeito. Já foi provado que era a filha quem a envenenava, por isso a perdoei, a gosto de verdade e me preocupo.
E não acho que minha sogra não merecia terminar o restinho de sua vida ao lado de um tormento desses, só a ajudando a encurtar mais ainda seus dias.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Em que quero acreditar.

Quarta-feira, 25 de Julho de 2012.


Com respeito a aquela minha “dúvida não explicada"...

Eu acredito que seja só fase o que estou atravessando.
Acredito que, essa onda de dúvidas, seja só resultado de um conjunto de mal entendidos.
Não creio que seja meio de vingança ou provocação. Mas os fatos estão aí para me fazer pensar.

Acredito que realmente que tudo o que vejo possa ser histórias não explicadas. Histórias que ainda não me explicaram...
Uma fase onde suas aparências me enganam. E como podem estar me enganando…
Podem ser somente o conjunto de mal entendidos somados a fatos não explicados.
É, pode ser os dois juntos.

Pelo menos é nisso que quero acreditar.



terça-feira, 24 de julho de 2012

Determinação.

Terça-feira, 24 de Julho de 2012.

Eu sou uma pessoa muito forte. Determinada. Corajosa. E ousada. Sim, hoje eu posso dizer que sou tudo isso, além de muito indiferente a quem TENTA me abalar.
Mas mesmo sendo essa fortaleza toda, devo confessar que há um problema que nesses tempos tem tirado meu sono.
Não. O tal problema nada tem haver com meus amigos, namorado, minha família em Minas e conduta. Tudo vai muito bem e obrigado. Isso é outra coisa.
Sei que minha sinceridade é um livro aberto, mas dessa vez e com esse assunto, me reservo no direito de não dizer o que é. Pelo menos por enquanto. Até eu me sentir capaz de traduzir tamanho sentimento amargo que me engasga, em palavras. Por isso, chamarei esse problema de “a dúvida não explicada”.

Por causa dessa “dúvida”, tenho me sentido afetada, moída, me deixado tão mais cabisbaixa que o fato de ainda saber que minha cunhada respira. Na verdade, essa chata é só uma diversão, um vício, um brinquedinho que ainda é alvo das minhas vinganças silenciosas e o qual só espero a oportunidade para esmigalhar nas minhas mãos.
Agora o que estou passando é diferente, porque machuca a alma. E se tem algo que odeio além do fato que me machuquem emocionalmente, é me sentir abalada  por algo que talvez nem tenha tanta importancia, ou nem ser o que eu imagino.
Me sinto como uma poderosa rainha tendo que admitir uma fraquesa. E isso não me cabe…!

É por isso que cresce, cada vez mais e a cada dia, uma determinação diferente dentro de mim, a determinação de mudar, realizar meus sonhos e desejos. A de ser rica, muito rica e sucedida em todas as áreas. A de ser mais feliz ainda e de destruir meus inimigos. E a de resolver todas as pendências que deixei pra trás na vida, além de ir atrás desta.
Passei muito tempo na posição em que a maioria das pessoas se julgam estar: na de vítima das próprias escolhas erradas, e fatalmente engolida pelas maldades do mundo. Da que se tornou amarga devido as experiências, mas que cansou, quer mudar, e vai tratar de monstrar pra todo mundo que essa mudança existe.

Vou tornar tudo diferente. Vou vencer mais uma vez, igual venci as barreira em Timon. Eu venci.
Ontem eu fui a menininha abandonada que chorava.
Amanha serei a fenix renascida das cinzas.



sábado, 21 de julho de 2012

::: Sonho de um recanto :::

Sábado, 21 de Julho de 2012.


Ah!
Nada como um sábado inteirinho e tranquilo para descansar, após uma semana inteira de exaustiva rotina…
Um dia para ficar de bobeira.
Um dia para revigorar as energias e sossegar a alma.
Um dia para passar a limpo numa lista as prioridades da vida. Ao mesmo tempo que numa outra a gente coloca o que precisa esquecer e cortar dela.

Essa semana foi fogo! Cheia de emoções.

Como um sonho de um recanto para esse merecido descanso, pena não poder sentar numa bonita e sossegada colina verde,
 só eu e meu violão.
Em baixo de uma árvore,
Tecendo músicas para o vento.
Poderia passar horas lá, sozinha,
Só escutando o sussurrar de meu coração…


Como preciso dar um sossego para essa minha alma, rsrs.

Porque ser feliz e estar em paz é uma arte que adoro :)



quinta-feira, 19 de julho de 2012

Tudo do zero.

Quinta-feira, 19 de Julho de 2012.


Para que algumas coisas sigam, preciso me organizar. Em questão psicológica, material, profissional, financeira e afetuosa…
Está tudo bagunçado na minha vida. Há coisas meio começadas e também má resolvidas. E juro que não sei por onde começar e nem como tudo aconteceu.
É como se… como se eu tivesse acabado de acordar de um coma, de anos, e me deparado de repente com uma vida inteira para ajustar e botar nos trilhos.

Depois de três anos passando pelos piores traumas psicológicos passíveis, só agora, vim acordar e enxergar todo o conjunto de desastres que o furação ódio e escolhas erradas deixou em minha vida. E na de quem se envolveu comigo dentro desse período.
Só agora vejo os assuntos mal resolvidos que deixei em Poços de Caldas. As bagunças que inventei por lá, as dívidas não pagas e o que de importante não pratiquei.
Só agora percebo que também deixei umas bagunças em Timon, nas reações que causei, nas coisas que conquistei e nas vidas que mudei.
De repente olho pra minha, que apesar de me fazer feliz, está toda atropelada, onde algumas peças faltam enquanto que outras já não fazem parte.

Quando penso que preciso fazer praticamente tudo do zero, vejo que é quase como nascer. Só que depois de grande. Quando chegamos ao mundo, fazemos nossas conquistas desde seus princípios. O meu nascer depois de grande está sendo a mesma coisa, só que com um mal estar no meio: o de consertar o que estragou, trazer de volta o que se foi e manter, além de vigia o que chega para não se perder.
Falo de pessoas, falo de amigos, falo de bens, família, dinheiro e conduta moral, rs. Falo de tanta coisa que eu podia ter tratado diferente para não ter tanto trabalho, agora.

Mas tem coisas que não vejo necessidade de consertar. Algumas aqui em Timon, por exemplo.  Tem coisas que partiram porque foi necessário. Coisas que se foram porque não eram exemplo ou simplesmente não faziam parte do ciclo da minha vida.
Nem tudo o que passa por nós tem que ficar conosco, sabiam?
É preciso essa reciclagem do que é ruim para que o que é bom e certo chegar até nos. Isso vale para os amigos que não valem nada, obejetos sem uso, roupas velhas, atitudes, pessoas da família que lhe aborrecem…
E francamente tudo o que é torto e vai me limitar, estou dispensando desde agora.

Por isso, fica a dica. Vai ver sua vida está uma bagunça porque precisa ter a coragem e ousadia para fazer essa preciosa reciclagem. Com tudo que hoje te limita, com tudo que te tranca e o impede de voar e ser uma pessoa diferente.
Meu problema não é bem uma limitação pra por a vida pra andar. É realmente não saber por onde começar…


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Minha vida beje em Timon.

Quarta-feira, 18 de Julho de 2012.

Aos poucos estou ajustando as ideias.
Aos poucos estou me acostumando com os fatos.
Mas isso não quer dizer que estou conformada.
Agora eu posso ver: Viver nessa Timon tão pobre, com uma vida de simplicidade onde nunca haverá nem sombra do melhor ou conforto…
É algo que não posso aceitar jamais!

E não somente pelo fato de já ter sido e crescido com vida de princesa em Minas Gerais, usufruindo do melhor dos manjares com a família rica que Deus me deu. Mas porque sou capaz de transformar qualquer coisas que tenho, no melhor. Qualquer coisa que tenho e faço.
Sou capaz de arrumar recursos para voltar a ser a princesa que sempre fui. E colocar um pouco de cor, luxo, conforto e glamur nessa minha vida beje em Timon, onde a excacez reina e ninguém faz ideia do que é bom gosto e qualidade de vida.

Em Timon, onde pouquíssimos se salvam, e onde irei morar até chegar a hora, eu trabalharei à minha maneira para voltar a ser a rainha que sempre fui: bem vestida, arrumada, com boas coisas e com dinheiro. Mas me lembrarei de ser menos arrogante. Só não prometo nada sobre ser esnobe. Faz parte de mim.

Meus dias de vida beje em Timon estão contados. E os de dedicação e planos para meu melhorar de vida, estão para começar.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Hora de decidir.

Terça-feira, 17 de Julho de 2012.


Agora é falando sério…
Molezas a parte, estou atravessando a importante época em que devo decidir o que é certo, sério e sólido para minha vida.
Não sou mais uma menininha novinha, de 14, 15 e 16 anos, feita da mais tola ingênuidade que ainda se dá ao privilégio das auto perguntinhas toscas do que tipo “o que vou ser quando crescer?”.

Apesar das brincadeiras, da aparente ingênuidade e da alegria de criança que nunca morre, sou hoje uma mulher de 25 anos.

E tenho a plena consciência que já está mais que na hora de decidir meu futuro e construir meu legado. Coisa que normalmente a gente já faz com 18 para se garantir.
Nunca me esquecendo de que não tenho mais tanto tempo a perder. Tenho que contar as horas. E as coisas que eu deixar de fazer e tudo de errado que fizer também, irá afetar pra sempre a minha vida e das demais pessoas que irão acompanhá-la.

Burradas nunca mais.
Já não basta as da adolescencia e também a última que inventei, a pior decisão que já tomei na vida, onde até hoje luto para me reerguer como pessoa. Onde, por causa disso, acabei por destruir a vida de tanta gente.



segunda-feira, 16 de julho de 2012

Pequenos versos de uma vencedora.

Segunda-feira, 16, Julho de 2012.


Eu perdi as contas de quantas batalhas foram travadas,
Onde em todas elas eu definhei..
De quantas pedras nesse longo tempo me atiraram,
Ou quantas atirei.

Sofri, chorei, e por vezes
 quase desisti.
Mas o importante é que em tudo isso
 eu sobrevivi.
E agora tudo é felicidade.

Sobre as angústias que vivi no Maranhão,
Delas, já nem falo mais.
A primeira vista tudo parece ter se resolvido
E eu agora já vivo em paz.

E a pessoa que instigava as guerras hoje nem prevalesce mais
Com fé em Deus e mais um pouco de sorte,
Seu castigo logo chega,
E ela logo some
sem voltar nem nunca mais.

Agora é minha vez de ser feliz.
Sem lágrimas, sem dor e sem me esconder do que tinha medo.

Esses foram os pequenos versos de uma vencedora.







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