Ontem, enquanto voltava com Henrique, tive o horroroso desprazer de ver minha cunhada passando com o namorado em frente minha casa. Notei o vetido estranho que usava. Devia ser a tal roupa que a minha sogra dissera que quase apanhou se não a comprasse atendendo a exigência da filha folgada.
E o pior que é ela ainda paga caro por coisas horrorosas. Acho que ela não sabe escolher ou ter estilo.
O vestido florido de ontem - ou sei lá que diabo tinha desenhado nele – com um casaquinho cafona, a deixou parecendo essas senhoras de 55 anos. Ela acha que está arrasando. Mas mal percebe que aos olhos fica muito estranho.
Minha cunhada nunca teve bom gosto. Isso noto desde o tempo que só a via pelas fotos que postava na internet no tempo que eu ainda morava em Minas. Sempre fora simples, relachadinha. Com cara de judiada. E mesmo hoje, depois de alguns anos, mesmo quando pega emprestado de primas e amigas roupas realmente bonitas, nela, fica tudo estranho. Dando na cara que aquilo não a pertence.
Por ela ter o sério problema de copiar tudo o que vê em todo mundo, desde que eu a conheço, (inclusive eu vivia sendo xerocada por ela), penso que nem ela mesma sabe qual é o seu estilo.
E sem maldade, mas, na pura sinceridade, a máxima impressão que consegue passar com a produção com que se arruma, é a de ser “bonitinha”.
“Bonitinha” é o que a sociedade chama de garota feia arrumadinha. Tão arrumadinha que enganosamente se passa por bonita, dá-se a ilusão de ser bonita, mas não é. É a produção do look.
Garotas assim são aquelas que não tem nem o rosto e o corpo atraentes, mas caprixam nos cabelos, colocam roupinha até aceitável e maquiagenzinha básica para disfarçar o rostinho sem graça.
E como disse anteriormente, sem maldade, apesar de não ir com a cara dela, minha cunhada é isso, uma dessas “bonitinhas” taxadas feia arrumadinha.
E aquele vestido florido de ontem… sem comentários…
Acho que é por isso que, na maioria das vezes, ela está sempre imitando o look de alguém.
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