Terça-feira, 07 de Agosto de 2012.
Hoje comprei a cerca de arame para colocar na varanda e impedir que a gata que crio, saia.
Descobri recentemente que minha gata Nariko estava saindo de casa pela varanda do meu quarto, e indo para os telhados.
Acontece que ela não sai para dar voltas. Ela fica infurnada na telha do banheiro da casa da minha sogra, e isso quando não inventa de entrar lá.
O problema não é nem a gata sair para conhecer a rua. A questão é que não entendo por que ela insiste em ficar deitada nessa telha, olhando para dentro da casa da minha sogra, correndo o risco de se deixar ser vista por minha cunhada.
Não queria que aquela traste visse minha Nariko, porque é fisicamente a sua gata Ninha. Expliquei na postagem “A história de uma pestinha em minha vida”, que quando vim morar na casa do Henrique, minha cunhada tinha uma gata chamada Ninha – gata que por sinal eu odiava, porque mordia a mim e ao Henrique porque não a deixávamos entrar no quarto - e que essa Ninha é a mãe da Yvi, a gatinha preta que minha sogra me deu em 2011. E Yvi, por sua vez, é a mãe da Nariko.
Ou seja: A gata da minha cunhada é avó da minha gata Nariko.
Mas essa Ninha não existe mais. Minha sogra deu um fim nela logo após a separação da casa, quando reclamávamos que a gata da menina entrava em nosso quintal só para fazer cocô. Como minha sogra era mais uma a odiar a bichinha, mandou o pedreiro matá-la.
Meu medo era a menina ver Nariko e pensar que é sua gata Ninha voltando do mundo dos mortos. Ambas tem semelhança monstruosa.
Ou até mesmo fazer alguma maldade , já que por vezes para fazer a vontade da Lídia, fui cumplice na hora de dar fim nos bichinhos de estimação da outra. E é claro que ela sabe disso.
E como até mesmo minha sogra não cansa de dizer que a filha é uma pessoa má, vai saber…

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