Hoje, Henrique e eu tivemos a oportunidade de tirar uma horrível má-impressão que ficou Sábado, quando minha sogra nos pediu dinheiro emprestado e ficamos meio assim. É porque já sabíamos que ela estava mentindo. Ela o pediu para uma coisa, mas eu sabia que o dinheiro seria gasto em bebida.
Bom, acabou que ela percebeu que sabíamos a verdade. Ela devolveu a grana na mesma noite e pediu desculpas para não chatear o Henrique.
Passei os demais dias grilada com o episódio, isso até hoje. Ela precisou de algo para comer e compramos carne para ela. Felizmente isso me ajudou a sentir-me melhor por causa de Sábado, mas me fez incomodada com outra questão.
Eu não acho ruim ajudar minha sogra. Mesmo porque, mesmo sendo por remorso, ela faz muito por nós. O problema é tal ação beneficiar uma certa pessoa maldita que ainda vive no meio de tudo. Sim, a cunhada.
Segunda confissão da série: Nunca foi do meu agrado deixar que Henrique sustentasse mãe e irmã (EX-irmã) ou as ajudasse por qualquer coisa como era no começo, quando cheguei. Elas eram muito dependentes dele e eu sabia que quando nós dois arrumasse o que era nosso ou eu tivesse uma renda também, elas daríam qualquer jeito de fazer com que Henrique lhes providenciasse as coisas, comida ou dinheiro também.
Mas já deixo bem claro que não permitirei, sob hipótese alguma, que as coisas funcionem desse jeito. Muito menos para a menina usar do fato para estacionar e não trabalhar.
Sim, minha implicancia é mais por causa da minha cunhada que pela minha sogra. E para defender meu direito de decidir isso como esposa, armo nem que seja uma guerra!
É o que farei se eu ver que pensam que vão ganhar coisas do Henrique o tempo todo. Eu estou controlando. Minha sogra engana-se se está pensando que vão ficar tirando coisas do Henrique ao invés de botar a preguiçosa da filha pra trabalhar. Ele tem que cuidar da casa dele e da família dele comigo, não delas. A vez delas já acabou. Aliás, a da menina já encerrou faz muito tempo, desde que começou a criar brigas comigo.
Por falar nessa desgraça, Henrique e eu fizemos minha sogra fazer uma escolha importante com relação a ela.
Nós três costumamos fazer compras do mês no supermercado juntos. É a minha sogra quem quis que fosse assim. Na última vez que fomos, a ogra da irmã dele inventou de estragar nosso passeio dando-nos o horrível desprazer de sua horrível presença. Ela mentiu para minha sogra só no interesse de comprar um alisante para o ex-namorado, alegando que estava indo no intuíto de ser útil.
Acabou que por causa dela, as compras não saíram como de costume. Itens vieram errados ou ruins. Ela ficou se sentindo mais que a vontade, enquanto que eu estava com uma vontade enorme de criar confusão alí, no meio do povo. Parece que ela gosta de ficar perto de quem a detesta…
Bem, minha sogra está pedindo por favor que Henrique e eu vá com ela, mesmo nós dizendo que não queremos ir. Acontece que ela se arrependeu de levar a outra, de mentir pra gente por causa dela e falou que ela não irá. Essa foi a decisão importante que minha sogra tomou. Ou ela ou nós.
Nós três concordamos que a menina no meio da gente da só confusão. E acho bom mesmo ela não ir. Porque já falei para o Henrique que, se ela se meter a besta e aparecer, juro por tudo que darei um murro na cara dela alí mesmo. Ela não sabe o quanto estou a fim de fazer isso por causa de tudo.
Na verdade já planejei uma data para pegá-la, mas se ela quizer adiantar…
Antes eu não podia fazer nada porque a aquela ogra era de menor, as leis a protegiam. Agora que completou 18 anos, o sinal foi dado para eu devolver à ela tudo o que me fez e aprontar muito.
Obrigada, ordinária, por completar 18 anos. Automaticamente assinaste sua sentença comigo.
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