sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Meu sincero desabafo.

Sexta-feira, 09 de Outubro de 2010.

Boa tarde, queridos leitores.
Não queria disperdiçar o post dessa abençoada sexta-feira falando outra vez de minhas monótonas tristezas...
Mas gostaria de contar o quanto tenho estado triste e sinceramente desanimada com as coisas que me vem acontecendo.



 











Achei que muita coisa mudaria pra melhor se eu viesse morar no Maranhão. Achei que não haveriam lágrimas ou sofrimento. Tristeza ou dor, ou qualquer das coisas que enfrentava em minha casa, com minha família. Mas não é isso que estou vendo. Creio que estive enganada. Odeio adimitir, mas eu estava errada.
A única coisa de que não me arrependo foi ter conhecido Henrique. Entre nós dois é sempre tudo mil maravilhas. Mas ter atravessado o país para aguentar desaforo e ódio de uma sogra e cunhada loucas e descontroladas, está me levando a beira da loucura e ter uma síncupe nervosa, ou uma recaída de depressão.
E por conta disso frequentemente tenho perturbado meus amigos com isso. Pedindo conselhos, desabafando em lágrimas. E não só eles, mas também Henrique, que além de dono da família ordinária, está também bastante stressado pela mesma vala.


Para quem não sabe o que aconteceu recentemente comigo, vou tentar resumir:
- Saí da casa de minha família no dia 23 de Setembro de 2009 onde nosso relacionamento já abalado não corria bem. Sim. Eu fui expulsa após uma briga onde pela primeira vez disrespeitei minha mãe e a agridi. Fiquei vivendo por 4 meses com uma visinha até que Henrique, meu amado namorado que tinha via internet e nunca tinha visto até então, me convidou a morar com ele no Maranhão.

Cheguei dia 10 de Dezembro em sua casa, onde o começo era uma maravilha. Havia conquistado as amizades da minha sogra Lidiana e Ana Vitória Vasconcelos Azevedo, a cunhada, também únicas pessoas que viviam com Henrique.
Cheguei a ser um verdadeiro grude com ela. Mas depois de um ou dois meses de convivência, tudo começou a mudar abruptamente.
Ana Vitória, a cunhada, começou a brigar por coisas pequenas e tolas, como o fato de Henrique comprar coisas para mim ou passar tempo comigo. Depois, veio a falsidade, o ódio, a inveja e o ciúmes, onde atravéz de suas ações e conversar de msn que acidentalmente encontrei no computador revelavam o que realmente pensava de mim. E pior: descobri qu ela nunca me quiz bem, nunca aceitou minha vinda até aqui, e que, antes deu chegar, já planejava uma série de maldades.


Minha sogra Lidiana, tomada pelas dores da menina começou a brigar e me tratar azeda também. E juntando seu ciúmes que tem de mim em vários sentidos, a coisa piorou e muito.
Como resultado, entre mim e elas hoje há uma forte inimizade e ódio. As provocações e indiretas de que a vida sem mim era bem melhor frequentemente me machucam. E por causa disso sempre acabo em desespero e choro. A intolerância entrre as partes nasceu quando Henrique passou a ficar incomodado com o modo com que me tratam. E pra completar, ele despreza a mãe e irmã por completo por descobrir delas certas verdades, verdades que elas escondiam dele pra passar outra imagem. Verdades que ele descobriu após mim. Verdades que ele descobriu...por causa de mim.

Como se pode ver, minha situação não é das melhores. O mais triste é que viajei com a promessa de que tudo ficaria bem, tudo seria bom, após os problemas que passei em Poços de Caldas. Assim como ele, elas me prometeram um monte de coisa boa se eu viesse pra cá. Mas mal sabia eu que aqui também sofreria opressão.

" Você sabe o que é viver de favor em uma casa onde te odeiam o tempo todo? Ou se tratam bem, é só momentaniamente por consideração à alguém?"
Pois é assim que funcionam as coisas para mim, todos os dias.

Voltar para meu antigo lar e terra natal é uma idéia que nunca deixei de levar em consideração. Aliás, não há um só dia que eu não pense nisso. Mas quem disse que lá eu sou aceita? E a insegurança? A solidão e tudo o que passei...? Estou tão sem apoio lá quanto aqui, onde passando necessidade não tenho um alguém pra ligar, pedir uma ajuda ou que queira ouvir meus problemas. A indiferança e desprezo falam mais alto que a compaixão.
Aquele definitivamente não é mais o meu lar!!

 
A verdade é essa. triste dizer. Fui abandonada no meio de um dos momentos mais importantes de vida, onde errar, precipitar ou tomar qualquer caminho errado pode siguinificar arrependimentos e marcas para ela toda. Me sinto como um barco sem farol em alto mar.
E o que me resta além de conviver com medo e lágrimas?
Resta-me a sensatez de fazer tudo sozinha.

Nenhum comentário:

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

AddThis