sexta-feira, 25 de maio de 2012

- Reflexão.

Sexta-feira, 25 de Maio de 2012.


Eu não gosto muito da minha vida. Mesmo levando-a pacata, tranquila e cômoda.
Com um pouco de dificuldade, tenho tudo o que quero. As tarefas de casa são simples e a rotina nada pesada. Tenho ao meu lado um homem disposto a me dar tudo, se, em troca, amá-lo com sinceridade. E os problemas com a sogra, antes tão tortuantes, agora não pesam mais.

Ainda estou tentando me reerguer. O tombo de ter sido jogada fora de minha casa no auge da juventude, sem saber de nada da vida e sem base, me causou desnorteio e ainda impede que eu leve uma vida saudável. Justo por isso, até hoje nunca consegui aceitar nada, nem as condições em que me encontro.

Toda vez que penso em minha casa e na vida antiga que tinha, experimento uma mistura de emoções contrastantes. Algo que desnosteia, e faz com que nem mesmo me reconheça.

- Inveja, ressentimento, afeto, saudades.
Uma saudade funda e profunda da minha casa, daquela menina solitária cuja a vida despreocupada se foi. E medo, além de um alívio estranho.

As vezes observo tudo isso de longe, ao espiar os perfis dos meus irmãos e minha mãe pela internet.
Há uma estranha mistura de prazer e sofrimento na observação de alguém que se ama e que ignora a nossa presença.
De repente tudo o que vejo ali me parece tão desconhecido e tão distante. E eles, meros estranhos.
É triste e traumático não reconhecer mais a própria família.

Quem me proporcionou uma salvação foi o Henrique, que me deu um rumo, além de uma casa, comida, proteção, e uma proposta de casamento, filhos, uma família.  A nossa família. A minha.
Mas não sei porque, só me dá um vazio quando penso nessas coisas. Ou que talvez não seja bem isso o que quero.

Na verdade, sinto que ainda falta-me algo.
Algo distante, algo desconhecido, algo que parece inalcansável.
Mas é o “algo” que falta para eu finalmente ser feliz.


terça-feira, 22 de maio de 2012

Meu irmão Peterson =)

Terça-feira, 22 de Maio de 2012.
 
Foi bom ter podido conversar um pouco com meu irmão, fazia tempo que não trocávamos palavras.
Ele, famoso por apenas prosear em sílabas, se saiu um bom respondedor de minhas perguntas além de contar fatos.
Isso me serviu para tirar as más impressões de ontem.
Que de tão magoada ao cultivar certos pensamentos na cabeça, com relação ao assunto, havia decidido me suicidar…
Estava com saudades…

Peterson e eu sempre tivemos boa relação. Durante nossa infância isso surgiu por compartilharmos os mesmos gostos e interesse pelos vídeo-games. Foi assim por muitos anos durante nosso crescimento.
Quando fiquei doente de depressão, ele simplesmente parou de conversar comigo. Foi mais ou menos na mesma época em que comecei a namorar virtualmente com Henrique. Fiquei encabulada com a mudança dele. Daí eu nunca soube se era porque tinha raiva por me ver chorar sem um motivo aparente, ou porque tinha ciúme do Henrique…

Saí de Minas Gerais após uma terrível briga familiar. Meu irmão naquela noite  me bateu, e nunca mais nos vimos. Hoje, quase três anos depois de tudo estou tendo o prazer de conversar com ele de novo, mesmo que pela internet, um tão longe do outro.
As farpas? Pedidos de desculpas? Satisfações?
Bem, não sei se seria a hora ou conveniente.
Ele nunca foi bom para conversas sentimentais, mas queria que soubesse que, apesar do que aconteceu ainda somos irmãos. E que, iria gostar que ainda me considerasse assim.
Também iria querer que ele entendesse que naquela época, eu estava doente. E como ser humano, eu merecia perdão, assim como já tive que o perdoar por tantas coisas, e por tantos brinquedos quebrados, rsrs.

Peterson, te amo!! Espero que um dia tenha consciência disso. Estou com saudades!  

É bom saber que tenho um irmão.
Não sei… Começei a realmente prestar atenção nisso depois que vi minha cunhada Ana Vitória Vasconcelos Azevedo perder o dela.
Não por morte. Ela brincou demais com os sentimentos dele. O enganou, traiu e pisou.
Agora ele não quer mais falar com ela. Nem mais a considera sua irmã.
Quer pesadelo pior na vida da gente?....






segunda-feira, 21 de maio de 2012

Meu mundo não é mais o mesmo.

 Segunda-feira, 21 de Maio de 2012.

 Tenho saudades da criança que acreditava que o mudo era lindo.
Aquela a quem tudo corria bem, que não tinha nada a esconder e que não se
importava com o que os outros pensavam.

Saudades da adolescente que vivia na perfeita solidão.
A que acreditava que um dia ia encontrar o "homem perfeito".´

E se tivesse sido de outra forma?
Eu podia ter crescido a saber que o mundo era mau, mas ninguém me avisou!
Da mesma forma que ninguém me disse que quando crescemos já não podemos viver de sonhar ou cantar na rua...
Nos filmes ninguém os acha loucos por cantar e dançar na rua.

Depois vejo-me rodeada de pensamentos melancólicos.
Estou triste,
Meu mundo não é mais o mesmo.


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Amor que vence tudo.

Quinta-feira, 17 de Maio de 2012.

Hoje parei para pensar porquê que tudo está mal!?
Porquê que eu estou mal?

Porquê que tu estás mal?
Ou porquê que nós estamos mal?

Porquê que tudo está mal?

Cheguei a conclusão de que tudo ficará bem...
Quando deixarmos de sofrer com erros dos outros.

Erros que ainda persistem em nos derrubar criando conflitos entre nós.
Erros que impedem feridas de cicatrizar.

Quem eram mesmo as pessoas que ainda persistem em nos separar?

Não são as mesmas que vivem totalmente insatisfeitas consigo mesmas, loucas,
odiosas, sempre infelizes e invejando o que é dos outros?
E que hoje são odiosas da própria família?

Se elas valem tão pouco assim, então, para quê dar tanta importancia,
sacrificando aquilo que nos é tão especial?

O nosso carinho. O nosso amor...


Então, cheguei a conclusão de que tudo ficará bem...
Quando deixarmos de sofrer com erros dos outros. Quando deixarmos de sofrer
pelos erros "delas"....
Nossas crises nada mais são que frutos da má sorte que tivemos de tê-las por
perto e da impotência diante dos conflitos que nos criaram.

Agora nos restam as consequencias. Tempos de luta para não deixar se tragar pela tensão e rancor o pouquinho que sobreviveu de um amor antes tão forte e
intocável.

É como o meu querido mesmo diz: Com nosso amor podemos vencer isso juntos.

Ele que já venceu preconceitos;
Já venceu barreiras;
já venceu o tempo e até a distancia;

Agora só resta vencer esta crise,
para sermos felizes.


Quando tudo estiver calmo, quando não mais existir qualquer vestígio do que

passou,
e quando não houver mentiras,


Tudo ficará bem  =)


















Dúvidas e incertezas.

 Quinta-feira, 17 de Maio de 2012

As vezes há tantos conflitos, tantas farpas, tantos mal entendidos.....
Tristeza, dor, sentimentos de revolta e lágrimas...
Raiva......

Seria essa a solução?

































Dos problemas ou do que é certo? 
E depois, o que fazer com o vazio?



















Fica a dúvida. Mas de uma coisa eu sei: Eu nunca vou achar outra coisa parecida...
E as vezes acho que ser sozinha pode ser ainda pior.

Então...





















E tais conflitos, esses meros episódios sem importancia em nossas vidas, bem, o amor verdadeiro vence todos eles.  :)

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